<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946</id><updated>2012-02-06T08:18:12.903-04:00</updated><title type='text'>Frotteurismo</title><subtitle type='html'>Seja Bem Vindo! Que Frota ilumine seus corações e seus caminhos devassos que percorrerão. 
Este blog não tem pretensão alguma despertar em qualquer tipo de público alguma coisa que seja válida para ser descrita, interpretada, analisada como algo supostamente parecido ou até mesmo a ser chamado de texto, escrita, linguagem e etc.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-6219214461293082349</id><published>2007-08-22T20:55:00.000-05:00</published><updated>2007-08-26T13:58:06.816-05:00</updated><title type='text'>Realismo Mágico.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como um latino-americano, habitando estas terras tropicais que extasiaram, e que extasiam de fervor de espanto uma natureza desconhecida, sou jogado a escrever sobre um mundo hoje quase esquecido. Um mundo que desfalece em sonolência, angustiado pelo surgimento de um sempre novo, de um sempre despertar miscigenico ao amanhecer de um sonho, ou até mesmo, de um pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O realismo mágico advém de uma gigantesca história de seus fundadores, uma história que não é apenas um movimento literário, um movimento estético que funda conceitos e formas para determinar aquilo que se faz por uma escrita. Longe disto, é preciso apenas para o realismo mágico desvelar uma temática, passear por costumes, crenças, atos, ações inerentes a seu respectivo território. Contudo, esta escrita não é um relato daquilo que é este território, daquilo que pode-se registrar como a realidade latino-americana. Pelo contrário, esta escrita se inscreve dentro do território sobrevoando-o, contornando linhas de uma imaginação coletiva. Autores como Jorge Luis Borges, Julio Cortazar, Mario Vargas Llosa, Pablo Neruda são personagens próprios de suas configurações territoriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O realismo fantástico, ou realismo mágico se porta como um delírio, um surto, um ataque de insônia levando o homem a loucura, uma busca incansável ao elixir da vida através da alquimia de Melquiades, uma longa viagem ao ceticismo parisiense onde histórias se entrecruzam, ou os ataques de loucura, os devaneios de um coronel, de um ditador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jorge Luis Borges&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RszqrfJuDtI/AAAAAAAAAAM/fGZjONJWLGw/s1600-h/borgespb.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101710510721470162" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="273" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RszqrfJuDtI/AAAAAAAAAAM/fGZjONJWLGw/s320/borgespb.jpg" width="235" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este escritor argentino, nascido em 24 de agosto de 1899, é tido como um dos maiores literatos da América latina e precursor desta corrente literária. Desde jovem, fora dedicado aos estudos, principalmente, pela influencia da avó que aprendeu a língua inglesa juntamente com a lingua espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde, em 1914, viaja com a família para Europa morando em Genebra onde cursa o ensino médio. Em 1919 mudou-se para a Espanha, onde participou dos movimentos sociais republicanos contra o governo ditador espanhol, entrando em contato com o movimento ultraísta. Em 1921 regressou a Buenos Aires e fundou com outros importantes escritores a revista Proa. Em 1923 publicou seu primeiro livro de poemas, Fervor de Buenos Aires. Desde essa época, adoece dos olhos, sofre sucessivas operações de cataratas e perde quase por completo a vista em 1955. Tempos depois se referiria à sua cegueira como "um lento crepúsculo que já dura mais de meio século".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde seu primeiro livro até a publicação de suas Obras Completas (1974) transcorreu cinqüenta anos de criação literária durante o qual Borges superou sua enfermidade escrevendo ou ditando livros de poemas, contos e ensaios, admirados hoje no mundo inteiro. Recebeu importantes distinções de diversas universidades e governos estrangeiros e numerosos prêmios, entre eles o Cervantes em 1980. Sua obra foi traduzida a mais de vinte e cinco idiomas e levada ao cinema e à televisão. Prólogos, antologias, traduções, cursos e conferências testemunham o esmero incansável desse grande escritor, que revolucionou a prosa em castelhano, como têm reconhecido sem exceção seus contemporâneos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Borges faleceu em Genebra no dia 14 de junho de 1986.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JORGE LUIS BORGES&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;“Não sou possuidor de uma estética. O tempo me ensinou algumas astúcias: evitar os sinônimos que têm a desvantagem de sugerir diferenças imaginárias; evitar hispanismos, argentinismos, arcaísmos e neologismos; preferir as palavras habituais, as palavras assombrosas; intercalar no relato traços circunstanciais exigidos pelo leitor; simular pequenas incertezas, já que, se a realidade é precisa, a memória não o é; narrar os fatos (isto eu aprendi com Kipling e nas sagas de Islândia) como se não os entendesse totalmente; recordar que as normas anteriores não são obrigações, e que o tempo se encarregará de aboli-las. Tais astúcias ou hábitos não configuram certamente uma estética. Ademais, descreio das estéticas. Geralmente não passam de abstrações inúteis, variam para cada escritor e ainda para cada texto, e não podem ser outra coisa senão estímulos ou instrumentos ocasionais.”&lt;/em&gt; (Entrevista concedida a &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Folha de S. Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, em 26 de agosto de 1979)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://almanaque.folha.uol.com.br/entborges.htm"&gt;http://almanaque.folha.uol.com.br/entborges.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG0HfJuDvI/AAAAAAAAAAc/PyFxr-9YyzQ/s1600-h/Jorge+Luis+Borges.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103057893501832946" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="150" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG0HfJuDvI/AAAAAAAAAAc/PyFxr-9YyzQ/s200/Jorge+Luis+Borges.bmp" width="98" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTOS ESCOLHIDOS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JORGE LUIS BORGES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gabriel García Márquez&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG2yPJuDwI/AAAAAAAAAAk/oY6ibYNEx_s/s1600-h/garcia_marquez1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103060826964496130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 245px" height="309" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG2yPJuDwI/AAAAAAAAAAk/oY6ibYNEx_s/s320/garcia_marquez1.jpg" width="300" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Gabriel José García Márquez nasceu em 1928, em Aracataca (Colômbia), e foi criado na casa de seus avós maternos. Completou os primeiros estudos em arranquilla e Bogotá. Chegou a iniciar o curso de direito, mas logo enveredou para o jornalismo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1955, viajou para a Europa como correspondente do El Espectador. No final dos anos 50, de volta às Américas, trabalha em Caracas (Venezuela) e em Nova York, onde dirigiu a agência de notícias Prensa Latina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em 1960, García Márquez muda-se para a Cidade do México e começa a escrever roteiros para cinema. Publica então seu primeiro livro de ficção, Ninguém Escreve ao Coronel, e aquele que seria seu romance mais conhecido, Cem Anos de Solidão (1967). Até 1975, García Márquez viveria na Espanha. Em 1981, volta para a Colômbia; acusado pelo governo de colaborar com a guerrilha, exila-se no México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1982, recebe o Prêmio Nobel de Literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escritor retorna ao jornalismo em 1999, quando passa a dirigir a revista Cambio. Em 2001, publica Viver Para Contá-la, primeiro volume de sua autobiografia. García Márquez é o autor de Crônica de uma Morte Anunciada (1981), O Amor nos Tempos do Cólera (1985), O General em Seu Labirinto (1989) e Notícias de um Seqüestro (1996), entre outros livros de ficção, memória e reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GARCÍA MÁRQUEZ&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;“Hemingway dizia que todo livro terminado é como um leão morto. E eu penso exatamente da mesma maneira: a angústia e a tensão estão na máquina de escrever, uma vez que o livro terminou preocupo-me muito pouco. A pior coisa da literatura é começar a escrever.”&lt;/em&gt; (Entrevista concedida a revista &lt;em&gt;&lt;strong&gt;VEJA&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, em agosto de 1980)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/especiais/35_anos/p_054.html"&gt;http://veja.abril.com.br/especiais/35_anos/p_054.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG3xvJuDxI/AAAAAAAAAAs/AEDiavrIx60/s1600-h/cem-anos-de-solidao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103061917886189330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="142" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RtG3xvJuDxI/AAAAAAAAAAs/AEDiavrIx60/s200/cem-anos-de-solidao.jpg" width="94" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CEM ANOS DE SOLIDÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GABRIEL GARCÍA MARQUEZ&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-6219214461293082349?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/6219214461293082349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=6219214461293082349&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/6219214461293082349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/6219214461293082349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/08/realismo-mgico.html' title='Realismo Mágico.'/><author><name>T.L. Batista</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02611311682621102982</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_9Us0OPUurVo/RszqrfJuDtI/AAAAAAAAAAM/fGZjONJWLGw/s72-c/borgespb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-463021562897504654</id><published>2007-06-12T09:33:00.000-05:00</published><updated>2007-07-16T11:03:56.189-05:00</updated><title type='text'>Onde foi parar a camisinha?</title><content type='html'>Por Ana Flávia, autorizado por ABIDORAL&lt;br /&gt;Onde foi parar a camisinha?Ainda me surpreendo como em tempos de aids e outras doenças sexualmente transmíssiveis as pessoas pouco se preocupam em se prevenir. É muito raro eu estar com alguém que na hora H tenha uma camisinha à mão. E se eu não tenho, ainda ganho um olhar reprovador.Seria muita hipocrisia da minha parte dizer que nunca deixei de fazer algo por falta dela, mas enfim, geralmente isso é evitado. Acabamos muitas vezes confiando na carinha saudável, mas estamos carecas de saber que isso não diz absolutamente nada.De vez em quando eu lembro de comprar preservativo, mas confesso que sou meio lesada e por isso costumo ficar na mão. Hoje fui na farmácia fazer pesquisa depois de uma chupada de dedo no domingão. Fiquei longos minutos tentando imaginar qual é a melhor e discutindo com uma amiga as opções. Sou mesmo bem ruim nisso. Meus amigos gays recomendam preserv, já meus amigos heteros preferem jontex [que os gays dizem que sempre estoura]. Além da marca temos ainda outro item a considerar: a dimensão! Afinal já vi caso da camisinha não dar conta do que tinha que encarar e ficou parecendo uma touquinha.Então sendo uma mulher solteira e cercada de desprevenidos [para ser sutil], resolvi colaborar com minha vida sexual comprando diferentes tipos: grande, normal, light, preserv, jontex... assim fico um bom tempo sem ter que me preocupar e ainda não corro o risco de ficar na mão por ter escolhido o modelo errado ou pelo moçoilo ter tremeliques ao se deparar com alguma marca que resgate algum trauma perdido [odeio traumatizados].E para não quebrar o clima, o melhor é deixa-las espalhadas pelo criado-mudo e na hora certa olhar maliciosamente para o lado deixando claro que na mão eu não vou ficar, mas que eles poderiam ser mais colaborativos, ah, eles poderiam!Ainda me surpreendo como em tempos de aids e outras doenças sexualmente transmíssiveis as pessoas pouco se preocupam em se prevenir. É muito raro eu estar com alguém que na hora H tenha uma camisinha à mão. E se eu não tenho, ainda ganho um olhar reprovador.Seria muita hipocrisia da minha parte dizer que nunca deixei de fazer algo por falta dela, mas enfim, geralmente isso é evitado. Acabamos muitas vezes confiando na carinha saudável, mas estamos carecas de saber que isso não diz absolutamente nada.De vez em quando eu lembro de comprar preservativo, mas confesso que sou meio lesada e por isso costumo ficar na mão. Hoje fui na farmácia fazer pesquisa depois de uma chupada de dedo no domingão. Fiquei longos minutos tentando imaginar qual é a melhor e discutindo com uma amiga as opções. Sou mesmo bem ruim nisso. Meus amigos gays recomendam preserv, já meus amigos heteros preferem jontex [que os gays dizem que sempre estoura]. Além da marca temos ainda outro item a considerar: a dimensão! Afinal já vi caso da camisinha não dar conta do que tinha que encarar e ficou parecendo uma touquinha.Então sendo uma mulher solteira e cercada de desprevenidos [para ser sutil], resolvi colaborar com minha vida sexual comprando diferentes tipos: grande, normal, light, preserv, jontex... assim fico um bom tempo sem ter que me preocupar e ainda não corro o risco de ficar na mão por ter escolhido o modelo errado ou pelo moçoilo ter tremeliques ao se deparar com alguma marca que resgate algum trauma perdido [odeio traumatizados].E para não quebrar o clima, o melhor é deixa-las espalhadas pelo criado-mudo e na hora certa olhar maliciosamente para o lado deixando claro que na mão eu não vou ficar, mas que eles poderiam ser mais colaborativos, ah, eles poderiam!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-463021562897504654?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/463021562897504654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=463021562897504654&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/463021562897504654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/463021562897504654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/06/onde-foi-parar-camisinha.html' title='Onde foi parar a camisinha?'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-5559829668619162349</id><published>2007-05-15T10:17:00.000-05:00</published><updated>2007-05-15T18:39:03.711-05:00</updated><title type='text'>Tristesse.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O que seria a tristeza? Haveria de alguma forma propor um conceito fiel a tal estado de espírito? De certo que, poderia opor a outro estado de espírito que é recorrente à afecção do homem – a felicidade, nos é dada, em evidência, como um estado afirmativo de uma alma quanto à vida, sendo de tal forma uma oposição à negatividade da tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ainda sim, seria satisfatório tomar conceitos abstratos reduzindo-se a uma evidência daquilo que é por afirmativo e negativo? Se caso correto, a univocidade do individuo não estaria afetada? Parece que tais definições obscurecem ainda mais o individuo, sabendo que, em sua individualidade, a afirmação e negação são inerentes quanto ao seu pensar, quanto aos estados que se sucedem à sua particularidade existencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, mesmo que pareça e seja ainda insatisfatório, recorro a uma questão sobre as demais postagens escritas para justificá-las. Justificá-las pois, é desta mesma questão, acima citada, que irá discorrer o problema quanto às individualidades exprimidas pela Internet – ou, sendo mais incisivo, quanto à produção deste meio técnico de formas individualizadas de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquanto, será necessário deixar claro que; a justificativa dada não será tratada como uma resposta eficiente. Eficiente – enfatizo – pois não será possível um estudo que compreenderá a complexidade do tema. Tal complexidade é possível de se perceber quanto às questões que se abrem tanto explicitamente, e tanto implicitamente ao discorrer sobre tal questão:  o meio técnico como forma de produção de individualidades. Doravante, questões tais como; o meio técnico, a produção de saber, a univocidade, a existência do homem, dentre outras que aqui se revela são questões que irão ficar suspensas para serem abordadas posteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com efeito, cabe aqui apenas alentar sobre o tema que se propõe. Em virtude, desta maneira, do já enunciado aventuro-me à questão e, inocentemente, salto às questões que se abrem, que pedem a serem respondidas. Salto para outro problema que é crucial para aquilo que se remete a individualidades na Internet, a saber;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este meio técnico seria produto da individuação daqueles que o escrevem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recorro aqui a Derrida, mesmo não querendo recorrer a qualquer citação, pois não haveria porque reduzir um pensamento tão vasto a um texto tal como este, porém; “não há nada fora do texto” pois é nele que se submete não só o pensar que o habita, mas ‘rastros’ de outras formas de pensar que lhe são diferentes, logo, é nele mesmo que se afirma e que o supera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Operei aqui a uma proposição para levantar o tema a ser abordado nesta postagem. Tomar algo mundano como a tristeza, que se remete às experiências cotidianas, num meio de produção incessantes de individualidades, banalizaria qualquer demonstração do assunto. Desta forma, precisaria demonstrar que é no cotidiano mesmo que tanto o texto quanto o meio técnico opera. Ora, é no ser que o ente se demonstra, ou seja, o individuo existe quanto ao acontecimento, para a experiência de ser, assim, o texto quanto acontecimento é para o mundo, e é para a técnica que se faz presente no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, deixo aqui o tema ou o problema que me é entristecedor, aquilo que ouvi recentemente e espantou-me, negativamente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu quero sentir meu corpo”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Aqui jaz a decadência do homem atual.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-5559829668619162349?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/5559829668619162349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=5559829668619162349&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/5559829668619162349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/5559829668619162349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/05/tristesse.html' title='Tristesse.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-6162914177240992507</id><published>2007-05-09T12:14:00.000-05:00</published><updated>2007-05-09T17:04:41.001-05:00</updated><title type='text'>Seis noções leigas para começar a entender literatura ocidental</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_aeR0ADGh8MA/RkJEOkEnQlI/AAAAAAAAAAM/sP-3Q62b2Xw/s1600-h/Poetry.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062683948109742674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_aeR0ADGh8MA/RkJEOkEnQlI/AAAAAAAAAAM/sP-3Q62b2Xw/s320/Poetry.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Já faz um bom tempo que não se pega mais nêgas com poesia...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Você já assistiu a "&lt;em&gt;Sociedade dos Poetas Mortos&lt;/em&gt;"? Abstraia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nunca confunda &lt;em&gt;Best Sellers&lt;/em&gt; com Clássicos (de qualquer época);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desconfie do que diz seu professor de literatura do Ensino Médio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Críticas acerca de um livro que você não leu, não têm valor; conquanto tragam certo conhecimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Linguagem poética: linguagem centrada na &lt;em&gt;mensagem &lt;/em&gt;(não no emissor, no receptor, ou no referente, ou metalinguagem). Linguagem, pois, de criação/recriação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Observar, num poema, como o autor trabalha com &lt;em&gt;melopéia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;fanopéia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;logopéia&lt;/em&gt;. Isso é poesia. Que não é divã psicanalítico - já dizia Mário Faustino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-6162914177240992507?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/6162914177240992507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=6162914177240992507&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/6162914177240992507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/6162914177240992507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/05/seis-noes-leigas-para-comear-entender.html' title='Seis noções leigas para começar a entender literatura ocidental'/><author><name>Bacondê Zungu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11068428994208922400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_aeR0ADGh8MA/RkJEOkEnQlI/AAAAAAAAAAM/sP-3Q62b2Xw/s72-c/Poetry.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-7403188544147521988</id><published>2007-04-24T10:48:00.000-05:00</published><updated>2007-04-24T11:11:04.881-05:00</updated><title type='text'>A Direita "Socialista"</title><content type='html'>Ideologia, eu quero uma pra viver, pedia Cazuza há quinze anos, em vão. Hoje certamente dispensaria qualquer uma, cortaria esse papo idiota e faria uma canção de amor.       Mas se divertiria em saber que mais de um terço dos eleitores da ultra-esquerdista Heloisa Helena se declararam de direita. Como se sente a feroz senadora ao ser apoiada por esses peçonhentos ? Talvez ela acredite que a direita heloisista seja não-peçonhenta, uma direita do bem.       Lula só chegou ao poder e só vai se manter nele com o apoio da direita, a mesma que é  sempre acusada por ele de conspirar para desestabilizar o governo popular e de ser responsável por tudo de ruim que acontece no país há 500 anos.  &lt;br /&gt;Mas é cada vez mais difícil entender o que para Lula são as elites e o que é  a direita, além de grandes vilões de nossa história. Como definir essa massa amorfa e colossal que forma a direita lulista ? Será que o povão confunde ser de direita com ser  direito ? Acho que não, já que esse pessoal vota maciçamente em mensaleiros e sanguessugas e não se importa se o presidente sabia ou não, desde que não perca a Bolsa Família.   &lt;br /&gt; Já as elites devem ser os ricos, que são sempre vorazes e cruéis, que ficam furiosos ao ver os pobres comerem, como diz Lula, assim como a direita dizia que os comunistas comiam criancinhas. A esquerda e o povo são bons, a elite é má e de direita.    &lt;br /&gt;Menos a elite sindical, dos movimentos estudantis e a estatal, a elite petista e a peemedebista e a elite dos partidos corruptos porque são as elites lulistas.&lt;br /&gt;Por ignorância, burrice ou esperteza demais, por desilusão, cinismo ou oportunismo, a ideologia dominante no Brasil hoje não é de esquerda nem de direita, é o lulismo. E é aí que mora o perigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;texto originalmente escrito em 2006&lt;a href="http://lucianopires.smartcrm.com.br/modules/emailmkt/section/envio/optout.php?INTE_ID=4259444&amp;amp;EMMA_ID=234" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-7403188544147521988?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/7403188544147521988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=7403188544147521988&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/7403188544147521988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/7403188544147521988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/04/direita-socialista.html' title='A Direita &quot;Socialista&quot;'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-3285440342989023077</id><published>2007-02-13T17:57:00.000-05:00</published><updated>2007-02-11T16:38:09.761-05:00</updated><title type='text'>O barco.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há algo aqui que reduz uma compilação de versos (talvez seja a imprudência quanto ao passado), uma compilação mutante de espasmos, de jogos rítmicos que sobrevoem esta tela. De certo que não. Não reduziria a versificação a tal juízo, conquanto, atesto a incapacidade de demonstração de afetos que não seduzem além de um furto ao pastel de cabelos, ou ao uso da peia como membro permanente do clube da esquina, comumente chamado de planeta vermelho, um velho navio encalhado à frente do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Besteiras a parte, creio que esta não-versificação deduz algo que impossibilita um apego tenaz, as proezas de um ignóbil homem das meias-palavras, aquelas que se usam quando calça um sapato. Sapato este que doi os pés, aos calos e bolhas de sangue, em um andar apressado, explicitamente, um andar caricato. A dedução seria por demais infantil se não adentrasse ao estilo cômico e fugaz da percepção, como de um pocotó (sabiamente traduzido por abidoral) a espreita de um lânguido busto para condecorar. E por alguma razão, impulsiona um gesto grotesco que alcova metro por metro de tua língua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a incapacidade para a língua está atenta, minha língua está atenta ao reboliçar, a salivar um líquido capaz de digerir certos preâmbulos. Assim, 'a autoria de uma novidade qualquer' pudesse dizer que os putos do passado já o fizeram, para desnutrir ainda mais a capacidade do divertimento da escritura e saborear as cantigas de Camões. Aí de mim desses novos poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congêneres de lado, aportou um ciático revés à estética frotteuristica, ao pensar versificado dedico meu infortúnio com um apontamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me faça declamar;&lt;br /&gt;poetas de palavras estranhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Argonautas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barco, meu coração não aguenta&lt;br /&gt;Tanta tormenta, alegria&lt;br /&gt;Meu coração não contenta&lt;br /&gt;O dia, o marco, meu coração, o porto, não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegar é preciso, viver não é preciso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barco, noite no céu tão bonito&lt;br /&gt;Sorriso solto perdido&lt;br /&gt;Horizonte, madrugada&lt;br /&gt;O riso, o arco, da madrugada&lt;br /&gt;O porto, nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegar é preciso, viver não é preciso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O barco, o automóvel brilhante&lt;br /&gt;O trilho solto, o barulho&lt;br /&gt;Do meu dente em tua veia&lt;br /&gt;O sangue, o charco, barulho lento&lt;br /&gt;O porto silêncio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegar é preciso, viver não é preciso&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-3285440342989023077?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/3285440342989023077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=3285440342989023077&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/3285440342989023077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/3285440342989023077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/02/o-barco.html' title='O barco.'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-8996174252959457905</id><published>2007-02-08T09:43:00.000-05:00</published><updated>2007-02-08T09:51:05.271-05:00</updated><title type='text'>Método jornalístico de entrevista,* Ping-Pong.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* por motivos desconhecidos, talvez por pura convenção ou por um motivo artístico qualquer, essa vírgula ainda figura aí como se estivesse a indicar um vocativo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Atendendo a inúmeros pedidos, resolvemos publicar a inédita entrevista com o novo colaborador do Blog, ainda sob a práxis ping-pongneana, mas desta vez dentro da óptica do “caô” kantiano, uma forma evoluconária de afetar as nuanças nas entrelinhas do discurso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O leitor: Por que ler o Blog Frotteurismo, já que a atual conjuntura econômico-filológia nacional não dá vazão ao encalque maniqueísta?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Bacondê Zungu: Respeitando as idiossincrasias e cacoetes, e não deixando de relevar o pragmatismo gurugumba, fí-lo porque quí-lo, na medida em que a ação não interfere na discução telológica dos percalços ascéticos. É como disse E. Pound numa certa ocasião: “tutto bellissimo, ma non ‘fonctiona”; e nem por isso a estética pós-vanguardista deixou de ser tema chave em discussões acadêmicas. Ler o Frotteurismo é subssumir, além das desventuras ao pélago da alma na perspectiva solene da imanência secular, a expressiva fonte de concupiscência Abidoraliana num tempo-espaço divergente do kitche ordinário de outros blogs. É uma experiência não só por demais estática e extática, mas também malas-artes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O leitor: Ultimamente tem-se veiculado amiúde, principamente na mídia virtual, a relação entre o despertar da Nova Era de Aquário e as tendêcias tectônicas de sinapses reticentes na configuração do olhar semiótico. De que opinão é o senhor?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;B.Z.: Prefiro me abster dessa discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O leitor: E por que o senhor prefere abster-se dessa discussão?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;B.Z.: Há muitas controvérsias. Recém-descobertos achados psicográficos de Chico Xavier revelaram ambiguidades na conduta argumentativa de “Assim Falou Zaratustra”, apontadas por seu próprio autor. Isso deve alterar substancialmente o encaminhamento das discussões...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O leitor: Qual a origem do Bacondê Zungu?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;B.Z.: É evidente: Zungu é sobrenome paterno; Bacondê, materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O leitor: Infelizmente já terminaram as perguntas. O senhor é sempre tão arguto e preciso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;B.Z.: Não. Depende da desconversa, se é tíbia ou perniciosa...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-8996174252959457905?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/8996174252959457905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=8996174252959457905&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/8996174252959457905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/8996174252959457905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/02/mtodo-jornalstico-de-entrevista-ping.html' title='Método jornalístico de entrevista,* Ping-Pong.'/><author><name>Bacondê Zungu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11068428994208922400</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-5203065879530904899</id><published>2007-02-02T13:55:00.000-05:00</published><updated>2007-02-04T23:18:43.375-05:00</updated><title type='text'>Série de Aforismos, Parte 1.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_vqrUATuJ7W8/Rcavy57-ecI/AAAAAAAAAAY/KC6DoPoTIsw/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5027899323086436802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_vqrUATuJ7W8/Rcavy57-ecI/AAAAAAAAAAY/KC6DoPoTIsw/s400/01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1 - Os bem-aventurados que se jogam aos cônjuges da vida, saberão distinguir os extremos que esta íngreme silhueta espreita. O Cuidar de si está no cônjuge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Os bem-aventurados que se jogam aos cônjuges da vida escutai; "Não cairás mesmo depois de uma surra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Os bem-aventurados que se jogam aos cônjuges da vida escutai; "Ao tomar esta bela surra, tornar-se-á um bêbado que espreita a escuridão cambaleando a deriva de seus instintos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Os bem-aventurados que se jogam aos cônjuges da vida escutai; "Sofrerás o medo, o vicio por sede, mas àqueles onde a parcimônia habita não tomarás a cegueira como causa final onde os efeitos desta bela surra o faz doente de seu desejo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- Os bem-aventurados que se jogam aos cônjuges da vida escutai; "A doença que o aflige e que o persegue faz-se pelo medo da perda, superar este medo é a potência para o devir." &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-5203065879530904899?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/5203065879530904899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=5203065879530904899&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/5203065879530904899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/5203065879530904899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/02/srie-de-aforismos-parte-1.html' title='Série de Aforismos, Parte 1.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_vqrUATuJ7W8/Rcavy57-ecI/AAAAAAAAAAY/KC6DoPoTIsw/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116956626735135784</id><published>2007-01-23T09:47:00.000-05:00</published><updated>2007-01-23T10:31:07.370-05:00</updated><title type='text'>20 DICAS PRA NÃO SER UM POCOTÓ</title><content type='html'>Você tem a sensação de que o brasil está ficando burro? Existe uma carencia de reflexao sobre o país, seus problemas, oportunidades. Sob um ponto de visa diferente; de um cara especialista na arte do sexo, amor, mulheres,...de um babaca intelectual da medicridade simplista e superficial tão comuns em nossa midia, a TV , o Rádio..., enfim um reflexo feito por mim (ABIDORAL) sobre a inocência (ou ignorância) do povo brasileiro ao aceitar o que lê, ouve ou assiste em horário nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* POCOTÓ: imbecil brasileiro tirado a intelectuóide, bostético, ingnorante, inoperante, trabalhador, pobre, analfabeto, despolitizado, merda , manipulado, passivo, a midia manda nele, na educação de sua mulher de seus filhos, da sua mamae, ...os cara dos arroxa, seresta, pagode....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como deixar de ser um pocoto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.EVITAR NOTÍCIAS RUINS-Hoje mais da metade do que se vê e ouve são informações negativas, abordando coisas ruins. Fazem sucesso entre as pessoas negativas ou más. Seja diferente, evitando-as. Habitue-se a não vê-las ou lê-las. Tendo que fazê-lo, não lhes dê maior atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.NÃO VER PROGRAMAS TOLOS-Outros não abordam coisas ruins, mas primam por não acrescentar nada de útil. Tomam tempo e quase nada acrescentam. Só servem para passar o tempo, que assim é perdido para quem tem muito a conquistar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.FUGIR DA CONVERSA FIADA-Muito do que se fala no dia a dia é puro papo furado. Coisas do tempo, como era no passado. O pior é que por educação somos obrigados a concordar e às vezes até a acrescentar algo, quando não a entrarmos neste clima de pessimismo e derrotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.DISPENSAR PROGRAMAS FÚTEIS-Boa parte dos convites que recebemos envolvem atividades que não nos servem para nada ou só nos aborrecem. Normalmente partem de quem não tem o que fazer e por falta disto, aceitam estas e passam a tentar conquistar companhia. Evite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.NUNCA FAZER SÓ POR FAZER-Algumas de nossas atividades, principalmente as rotineiras,(sexo, transas) nos induzem ao cumprir apenas com a obrigação. Outras não são nossa conta e por ocupar tempo as executamos. Não entre neste meio, se for para fazer, faça sempre bem feito. Não sendo importante, procure uma forma de que outros o façam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.EVITAR PESSOAS CHATAS-Nunca imagine que o pior é ter que agüentá-las, por que este é o menor mal. Os chatos não só aborrecem, desmotivam e contaminam. Isto mesmo, um dos maiores riscos é exatamente incorporarmos algumas chatices e sem perceber... como os chatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.NÃO ANDAR COM GENTE BURRA-Como a dica anterior acontece pela convivência com os que não quiseram ou querem aprender. Sim porque os que não puderam, tem sua consciência e não ficam por aí tentando as demais pessoas. Os perigosos são os que pensam e defendem que o conhecimento não serve para nada, ser pura perda de tempo. Nem tente convencê-los do contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.FUGIR DAS AMIZADES INTERESSEIRAS-A quase totalidade destas pessoas só lembra de nós quando precisam de alguma coisa, sem nada nos colocarem em troca(como as prima, amiguinhas do sexo, as negas). Não acrescentam nada e nunca nos favorecem ou retribuem. Como prova de interesse, experimente negar-lhes algumas vezes. Para a maioria, esta é a solução, visto que se não atendidas somem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.DISPENSAR TODOS OS PEDANTES-Principalmente aos que gostam de exibir conhecimentos que não tem,os "donos da verdade" e assim imcompatíveis a qualquer outra posição ou argumentação. Afora a irritação que costumam causar, está o risco de nos tornarmos pelo convívio, pessoas igualmente pedantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.NUNCA ACOMPANHAR PESSIMISTAS-O otimista pode se enganar, mas o pessimista já nasce desenganado. Condenam a si próprios, os pessimistas, estão quase sempre tentando levar consigo os desavisados, que talvez por não estarem muito firmes de suas posições terminam por se tornarem pessimistas também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.PROCURAR SÓ COISAS BOAS-(isso inclui as mulhere ohohoh)Esteja certo que muitas das coisas ruins são parte da vida e não precisam ser procuradas(como mulher feia!!). São nossa cota por estarmos neste mundo. Sendo assim não precisam ser buscadas. Ao sair em busca, persiga só o que for bom. Seja crítico e implacável consigo mesmo, só se deixando levar para o que realmente vale a pena.(e nao as pivetas do bairro industrial de plantao)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.SIM ÀS PESSOAS ALEGRES-Não tendo se contagiado e achando que de amargo e azedo basta a vida, como pensam os pessimistas, vá sempre em busca das pessoas alegres para seu convívio cotidiano(como Abidoral). Além de si mesmo, somente elas(as negas é claro) têm o poder de tornar nossa vida sempre mais agradável, além de serem um seguro para o bom humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.BUSCAR LEITURAS PROVEITOSAS-Algumas por passa tempo e sempre que possível em busca do conhecimento. Seja criterioso, porque cada vez mais temos menos tempo para ler, mesmo quando conscientes de sua necessidade. Visto que a boa leitura deixa sempre um gosto doce de saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.CONQUISTAR BONS AMBIENTES-Para os verdadeiramente bons, só alguns poucos são os chamados. Boa parte das vezes por já fazerem parte deste seleto meio(de pessoas alegres e mulheres boas e interessantes) e noutras por merecimento. Não sendo do primeiro grupo, trate de justificar sua inclusão no segundo, pelo conjunto de seus atos e obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.SEMPRE ANDAR DE BOM HUMOR-Não é fácil no mundo de hoje, quando uma avalanche de coisas ruins enchem nossos olhos, nas conversas, nos jornais e na TV. Esteja bem consigo, rodeado por pessoas boas(como abidoral e as mulheres), fazendo o que verdadeiramente gosta(sexo e muita transas) e buscando fazer bem e o bem(ajudar os pocotóis), porque certamente assim lhe será mais fácil andar sempre com um sorriso pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.PROCURAR LUGARES BONS-Afora os que não tem escolha(como os cara do Bugio), por compromissos profissionais, nos demais temos a liberdade de escolher onde freqüentar. Fuja dos que envolvem vícios(exceto sexo), riscos à sua imagem e integridade. Escolha sempre bons lugares(como a casa das mulheres), pelo prazer que lhe podem trazer ou pelas possibilidades de fazer novas e produtivas amizades(e futuras transas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.SIM ÀS PESSOAS INTELIGENTES(Como abidoral)-Procure sempre identificá-las por seus indicadores naturais(um belo par de seios, corpinho de garotinha safada). Depois de positiva avaliação apresente-lhes o melhor de sua atenção, tentando conquistá-las por sua dedicação(e pelo bom sexo). Mostre-lhes suas intenções(transar com ela) e o que você tem de bom para oferecer(nao precisa explicar). Estabeleça um fluxo bilateral com troca de vantagens de parte a parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.CONQUISTAR BONS AMIGOS-Estes são nosso maior patrimônio, o que efetivamente se tem e o que realmente conta nesta vida. Os verdadeiros e intensos são poucos. Muito pelo pouco tempo que temos ou que dedicamos a eles. Procure manter comunicação com a maioria deles, aproveitando este instrumento sensacional que são os e-mails, orkut, msn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.BUSCAR COISAS PRODUTIVAS-Está bem que precisamos ter nossos momentos de lazer, mas mesmo nestes preocupe-se em encontrar atividades que possam sempre resultar em algo positivo(como o sexo). Nos afazeres profissionais seja persistente na busca de tudo que possa promovê-lo ou levá-lo a algo melhor. Priorize pelos resultados pretendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.SEMPRE ESTAR BEM APRESENTADO-Esteja certo de que assim agindo a oportunidade estará bem mais próxima e que seu surgimento exigirá imediato aproveitamento. Por isso esteja preparado para, além de merecê-la, não desperdiçá-la. Com ela seu progresso será evidente e seu sucesso se aproximando. Por assim buscá-lo, ele será conseqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esses sao reflexões de como se um cidadão melhor;&lt;br /&gt;pros cara um abraço&lt;br /&gt;pras meninas, meu contato: &lt;a href="mailto:abidoral@katatudo.com.br"&gt;abidoral@katatudo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;espero ansioso pelos comentarios de voces&lt;br /&gt;abidoral&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116956626735135784?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116956626735135784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116956626735135784&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116956626735135784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116956626735135784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/01/20-dicas-pra-no-ser-um-pocot.html' title='20 DICAS PRA NÃO SER UM POCOTÓ'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116924991646497293</id><published>2007-01-19T18:28:00.000-05:00</published><updated>2007-01-19T18:38:36.483-05:00</updated><title type='text'>Uma confissão cristã e justa</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3783/3687/1600/514649/24939776.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3783/3687/320/955215/24939776.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora minha aversão à nicotina aumente à cada saída com amigos, devo fazer a concessão a essa necessidade agora para escrever isso. Seria mais justo. Acabou porque tive que acabar. E como alguém que dá as costas, acende um cigarro e ganha a estrada, pus-me a caminhar por ai outros becos.&lt;br /&gt;Não foi por ascese que refuguei. Fiz a minha segurança ao passo que agredi meus instintos e o homem em mim deu lugar a uma criança que já não se esconde nas lágrimas nem aos berros por atenção, porem silencia diante os aspectos soturnos da psique humana. Não haveria ali razão de não fodê-la. Houve picardia da minha parte não pretendia ser rude talvez fora. Como um compasso uníssono de um funk carioca o tortuoso destino pulsou minhas atitudes para o que não deveria ser.Agora ela já foi embora e eu volto à estaca um. De alguém soberbo por ser discípulo do tempo e de tudo que fora feito mas também tão frágil, insensível (?) a ponto de cobiçar o sorriso angelical em tarde qualquer sem sentido na cidade ou em uma bunda flácida que nos tenta diariamente nas ruas, respectivamente. Passo do presente para o que possa vir e juro, não há remorso remoto qualquer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116924991646497293?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116924991646497293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116924991646497293&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116924991646497293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116924991646497293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/01/uma-confisso-crist-e-justa.html' title='Uma confissão cristã e justa'/><author><name>Jacinto Peçanha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11067630694806655401</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116904220286211673</id><published>2007-01-17T07:03:00.000-05:00</published><updated>2007-01-17T09:17:59.230-05:00</updated><title type='text'>Caçola, meu amor prostituto amacord.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2972/1349/1600/728641/09beleza.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2972/1349/320/883236/09beleza.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2972/1349/1600/312370/11doidjice.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;Deve ser uns 100 metros ou 150 no máximo, estourando, quase na buchinha do talo, que percorro como exercício esporádico de ir a boca pra comprar maconha; o que é próximo a um posto de conveniência, que também de vez em quando a ansiedade exercita também o hábito de fumar um marbolrão light. Uma boa coca-cola gelada para todo latino-americano, nordestino, do sol escaldante de Sergipe Del Rey, é o meu suspiro irônico.&lt;br /&gt;Assim, em “mon maison”, em meu qurto-mundo arquitetadamente calculado em um caoz organizado, me masturbo pensando em violetas num amontoado de jasmins feito cama, como se eu fosse o cio e as violetas as horas in gozo. E mais um baseado se fecha, baseando em mim o que se faz o meu basear? Ai uuuuuu, mais um suspiro, esse é de dor nas costas, nos olhos retraídos por uma película desgastada, que chega a se abster de fome; o que gera então é uma fome existencial.&lt;br /&gt;Conheço por esses dias, pelos nomes que voam pelo ar, o nome do trafficman que me passa “a coisa” , o seu nome é Imael. Imael é franzino, rosto anguloso 75° graus, e tem cara de homem-bicho, daqueles que tem um futuro promissor de ser decapitado o pinto, achando que ser homem-bicho não se necessita de higiene. O que resta dizer é que o estado de Sergipe Del Rey são aos montes, os homens vendo serem esquartejadas as suas rolas por estarem cheias de pus ou de sebo amarelada que de tanto coçar jorram o vermelho de sangue, “God only knows”, what’s happening?&lt;br /&gt;A resposta vem em segunda, desenvolvo um comércio com Imael; eu dou dez reais por uma trouxa de diamba. Antes, dentro do começo, isso na década de 90 até onde minha memória habita, a Mary hu inflacionou como tudo que se serve como matéria de consumo no capitalismo se inflacionou; hoje uma dóla de dez são no máximo 5 cabeças e o resto é poeira; a poeira é o vicio, as cabeças são a apreciação. Quanto mais cabeças melhor para um bom apreciador. Saber se são vermelhinhas, mangas-rosas, skanks, prensadas ou qualquer haxixe marroquino que esteja presente, como também nas múltiplas formas de ser absorvido (narguilê, cachimbo, balde,peruana, enfim, só EnFin mesmo para apreciar as garrafas), bem quem tem um bom nível de apreciação como todo bom vinho bebido, sabe que é louvável ser critico com toda boa ganja fumada. E hoje a dificuldade mora presente, por isso quando dá, transformamos nossos guetos em Jamaica ou Amsterdã, porque de certa forma carregamos esse paraíso dentro de uma supra-realidade virtual.&lt;br /&gt;O meu relacionamento mercantil em favor da “mind” com Imael, se determina sempre em números. Como se invés de bom dia, ou boa tarde é Quanto? Quero dez, duas de dez ou até mesmo cinquentinha, é quase um exercício teatral onde invés das palavras são números. Existe a espera, e no momento desse aguardo, se concretiza o espaço que irradia os seres que movimentam e alimentam o lugar, um dia tomei meiote de Hoffman e neste dia na coçola, vi realismo fantástico nascer regarder cubismo. Quase sempre na boca há crianças que ficam a trazer um estado lúdico com suas pipas, suas bolas, subindo em pé de manjelão, espantando ou pisando em pintinhos recém-vindos ao mundo, entre seus choros e risos de pés descalços. O lúdico se apresenta irônico quando contextualizamos como cada morador da boca tenta sobreviver, onde essa economia de subsistência se reverencia para um ser-informal.&lt;br /&gt;Imael abusa ou realmente retêm a vida naquilo, que ela tem de mais profano do sagrado que é sobreviver. “As pessoas hoje em dia não vivem, sobrevivem chefia. Oh meu negócio é do preto, do branco, é do crack, é da cola. O meu verbo é a malandragem, é a fuleragem; e o bom malakias nunca sai da escola, pena que nesta estória eu só sei ler e mal escrever, pois num tenho nada a perder não, eu tô a fim de viver e de fuder quando der na telha”, finaliza Imael dando uns tragos num Charuto de Grass ala Cubana Fidel.&lt;br /&gt;A questão, se borbulha, a ver que os niilista-suicidas não estão apenas nos burgueses de Pinkerton que só consomem simulacros na tecnologia demasiada desumana a categorizar artefatos de lombras, toda a sociedade é drogada; uma hipérbole por um parágrafo? Acrescento, de maneira cartesiana que a juventude 007, ou se alivia por droga ilícitas ou de tarjas pretas medicadas contra qualquer síndrome ou transtorno que tenha na cuca, as que estão aprovadas diante da lei são as que são mais exageradas em seu consumo; no caminho do cotidiano a um vicio passageiro, reflete-se a real que todo mundo já sabe, todo mundo fuma maconha. Alguém já tinha falado, suponho que foi o próprio Haxixe: “A maconha é legalizada, vocês não sabiam? Só num é ainda pra lei, mas entre os povos e as pessoas sempre foi. Isso o que chamam de daninha , do capeta, é apenas uma erva, que tem suas utilizações medicinais desde dos índios antes dos colonos invadirem a terra, e até mesmo mística como algo sagrado possuindo aspectos de divindade ao usufruir a maconha; minha mãe mesmo um dia me pegou fumando um, ela me perguntou o que era e eu só respondi que era uma erva, assim se aliviou, depois ela comentou que pensava que era maconha. É ridícula essa conversa, o cânhamo foi legalizado desde de maio de 68”. E meio que assim, a ligação entre corpo, espírito, piada regional, niilismo-suicida, tchutchuplen e sobrevivência está numa real resistência da própria vida automatizada, que se permite se embarcar para o rizoma, sem nenhum axioma possível para não se enraizar. É re-eterno retorno conjugado a espessuras e texturas de máximo, de menos é mais, o engraçado na verdade é o vomitar de vã filosofia a mercê de um qualquer re-significante.&lt;br /&gt;O que vem da natureza, vem antes para comungar do que para consumir. Não quere ser consumido, é uma noia meio contemporânea. Ser consumido? Como assim? Da forma que cada um sabe o que consome ou para os cristãos cada um tem a cruz que merece. No tempo de sambar no capital, a corrida é veloz, e cada trabalhador proletariado possui uma mais-valia imersa no sujeito, não se preocupando com classe e sim com o eu, absurdo? Rs... Calcule essa? Panóptico!&lt;br /&gt;Limo, em preto-branco, dentro da rocha infiltrações de água formando bolhas, no aberto de um céu branco, os olhos rebordosa em soslaio o estado macambúzio do corpo. Os telhados são lindos vermelhos enfileirados de gotas que escorrem da chuva que se preparam para o inicio. E o dia assim toda sua brancura de leite me fazia sonhar.&lt;br /&gt;Lombrou? Relombrei, seria assim dosagem de energia vitaminada de criança sobreposta a cada segundo, uma mamadeira de criatividade ao que é puro destinado ao sacrilégio e o profano. Sem catequeses, depois do almoço , fumo mais unzinho. ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ a caçola!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116904220286211673?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116904220286211673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116904220286211673&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116904220286211673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116904220286211673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/01/caola-meu-amor-prostituto-amacord.html' title='Caçola, meu amor prostituto amacord.'/><author><name>macambuzio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09136189150319688205</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116874629899059613</id><published>2007-01-13T21:19:00.000-05:00</published><updated>2007-01-13T22:44:59.003-05:00</updated><title type='text'>Cinismo candura.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/27683/885169%20copy.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/541376/885169%20copy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/821651/885169.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Talvez seja muito brega dizer isto mas, tenho certeza que supostamente todos passam por esse momentos de sentimentalismos pueris, então - não há como pensar em uma indiferença, de estar em um sábado, sim um sábado, e não fazer aqueles questionamentos que quando durante estas horas estaria provavelmente bêbado, farreando em algum lugar. Não culpo o fato de não estar bebendo, talvez devesse, porém sinto que já esqueço de certas coisas, não pela bebida obviamente, mas talvez porque o tempo não seja um aliado cúmplice. Sendo assim, e percorrendo estes segundos que restam recorre a mente um apêndice semanal, uma auto-análise estúpida de certas nuances que ultrapassam anos, um sisudo prego cujo oficio resume-se a fartas reminiscências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passa, sempre passa, mas será que não voltará? Estranho reconhecer que também volta, sempre voltará. Talvez por isso releve com certo estoicismo este sarcasmo que dá reviravoltas. E além do mais, há coisas que não merecem ser esquecidas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116874629899059613?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116874629899059613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116874629899059613&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116874629899059613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116874629899059613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/01/cinismo-candura.html' title='Cinismo candura.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116813073928707575</id><published>2007-01-06T19:31:00.000-05:00</published><updated>2007-01-07T15:30:18.480-05:00</updated><title type='text'>Gotas.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/375134/paulocastro.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/793515/paulocastro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/838263/989940.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/671873/989940.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/581440/adrianobatista.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/986829/adrianobatista.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed name="mymidi pluginspage=" src="http://images.franformento.multiply.com/song/1/21/full/U2FsdGVkX18YV1rgguPXcyqKVSCALgvI8Lnz6pvK6GhJfQb30L1XzoVXFFSBIzFL/adiosnonino.wma" width="120" height="25" type="text/html; charset=UTF-8" controls="volumelever" autostart="false" loop="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116813073928707575?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116813073928707575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116813073928707575&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116813073928707575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116813073928707575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2007/01/gotas.html' title='Gotas.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116727536527443368</id><published>2006-12-27T21:10:00.000-05:00</published><updated>2006-12-28T13:26:28.303-05:00</updated><title type='text'>Apólogo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/155832/f1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/914808/f1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentiu uma forte pontada em suas vergonhas, e arrepiou-se com tamanha fome que de tal forma abriu a boca de teu ventre e mostrou-lhe os dentes para devorar aquela refeição tanto esperada, parecia estar a dias sem se alimentar, parecia uma criancinha etíope que vagava a mostrar seus ossos implorando ao seu benfeitor para nutrir aquelas carnes tremulas, vivas porém esquecidas da natureza de sua existência. Comia de tal forma que era possível ver em seu rosto uma felicidade exorbitante, a cada movimento de tua boca feroz e avalassadora percebia que teu corpo corava, enrubrecia como se o sangue estivesse a borbulhar por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia dentre todos aqueles clubes uma festa que perdurava durante dias, uma festa capaz de horrorizar aqueles que se autoflagelavam em favor de suas condolências, de despir as beatas que tinham se esquecido de sua propria beleza naquelas roupas que as separavam do mundo, esta festa dava forças àqueles que poucas forças tinham para se jogar em favor da carne, e alimentava aqueles mais famintos que não se contentam sem as extravagâncias. O ar era denso, pesado, úmido denotando aqueles exasperados movimentos que ambientavam aquele ritual, um swing que fazia esquecer o temor do mundo que circulava os pobres homens que aqui não poderiam entrar, pois esta festa era a festa daqueles reis que determinam os súditos que por bem irão segui-los, esta era a festa do rei Calígula. Aquele castelo erguido sobre a terra tinha mais de cem quartos todos preenchidos por animais que perambulavam naquela penumbra, com seus olhos iluminados por cada cor que faziam se distinguir um a outro via-se em reflexos estampados na sombra destas luzes a caricatura de fantasias de outro mundo, não eram mais pessoas, eram personagens de outras épocas, eram coisas de outras épocas tanto que poderiam ser um adereço à casa como se lá estivessem há anos. As enormes salas eram estampadas por veludos persas, cadeiras, mesas feitas de ouro maciço, todas, a exceção do altar do rei, tinham quadros de grandes pintores, livros de edições remotas que mostravam ao mundo um conhecimento capaz de erguer um novo pilar aos céus, havia em todas salas bebidas e comidas capazes de embriagar e alimentar todo o exercito francês em marcha contra o frio das terras russas, e musicas para comemorar cada batalha que em cada sala havia de travar os corajosos homens e mulheres ao percorrê-las, tais como; o ranger dos tambores africanos, a musica clássica européia que tocavam desde valsas a musicas românticas de Chopin, o jazz fusion efervescente de Miles Davis, o cool jazz de Coltrane, o bebop de Mingus, tocaria também além de músicas lisérgicas de Pink Floyd, o rock in roll de Led Zepplin, como também ainda teria o samba de Cartola, Bezerra da Silva, dentre outros tipos de musica havia a salsa, o mambo, os ritmos caribenhos, o tango de Piazzola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há outono, para uma cidade, que está localizada entre os trópicos e quase beirando a linha do equador. O inverno é apenas uma massa cinzenta vinda do Sul pesada e transtornada, os ventos que sopram para cá são ventos misericordiosos, místicos pois alimentam a sede da devoção desse Santo que faz chover, e o verão é o suor daqueles que oram para que semeie na terra a prosperidade de seus descendentes. Mas, entre-periodos, que faz o homem arar esta terra enlameada, brotou do céu uma cor excêntrica, copulosa, tal cor tão indescritível quanto a cor flicts, de Ziraldo, tal era a intensidade desta cor que foi capaz de fazer estes homens pararem de arar a terra e olharem aflitos para o céu como se neste dia fossem presenciar um ato divino, um ato capaz de marcar este corpo com uma cicatriz capaz de mudar o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta mesma época, mesmo aqueles que nada obtinham destas chuvas ou até mesmo aqueles que apenas perderam nestas chuvas, iam às ruas jogar dádivas em cada canto da cidade, jogava-se pertences que mais valiam para suas memórias, mesmo aqueles mais caros ou mais rudimentares. Gritavam até a ultima gota de oxigênio que restava em seus pulmões; "Perde-se hoje, ganha-se amanhã" como que houvesse uma troca subjetiva de memorias a partir do desejo de se doar a um novo caminho, de maneira que minha riqueza será a sua riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rei que estava em seu jardim triunfal, megalomaníaco de flores jamais encontradas na face da terra senão em histórias remotas de biólogos enciclopedistas contemplava a cor que desejou ver no céu em seu devaneio febril da virose que os ventos de inverno trouxeram para seu leito numa manhã chuvosa de agosto. Pagou às empresas químicas que criassem um céu jamais visto por alguém, para saborear o desejo de ver o seu sonho tornar-se realidade, assim ainda rouco de sua doença, bravejou;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah... Estes sonhos! Que sonhos tomam a nós. Que tomam a liberdade de se refugiar nestes devaneios, nesta áurea insólita que se misturam para dotar de energias um exercício profundo desta imaginação. É nele que conjura-se o fervor deste impulso que joga-lhe, para um salto, para lá onde está a tua infância, a sua adolescência, a sua maturidade e a sua velhice, e é neste mergulho que afana-se o desejo de onde estava esquecido. Seria tal como uma corrida em que joga-se contra o tempo a vontade de permanecer neste local que passou, nestes locais que ainda faltam a percorrer, mas que, em sua incerteza e convicção, há de existirem. "&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116727536527443368?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116727536527443368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116727536527443368&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116727536527443368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116727536527443368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/aplogo.html' title='Apólogo.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116696619368506245</id><published>2006-12-24T08:13:00.000-05:00</published><updated>2006-12-24T08:16:33.700-05:00</updated><title type='text'>Reflexão para o Natal: Imbecilidades Viçando</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3783/3687/1600/93879/macas.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3783/3687/320/851658/macas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;Da relação dual que supostamente havia abortado pôs-se reticências à essência do não-dito, pois se ali existisse ímpeto para aborda-la, este era apenas representação.O desejo de possui-la novamente ao seu lado sabiamente era comprimido em um tubo egoísta de posse improfícua. Amor decerto nunca houvera. A idealização por outrem deformou qualquer parte do sentimento. E entregou então à alvorada a solução.&lt;br /&gt;Pensei: Meu Deus, por que temos uma necessidade passiva de estarmos sempre nos negando ao passo que desafiamos nossas antigas certezas em detrimento a nossa cobiçada estabilidade emocional? Interrogo- o pelo incômodo de jamais estar satisfeito com qualquer coisa.&lt;br /&gt;Venho pensando no que se passou esse ano. Trepei pouco, em contrapartida idealizei pouco também. Sim, esses valores não são inversamente proporcionais. Creio estar aprendendo a valorizar mais uma bunda rechochunda do que sorrisos efêmeros e minutos de olhar penetrante nos botecos da vida que afundam-me inevitavelmente ao sub-mundo escroto do pensar e sentir, embora muitas dessas bundas hoje em dia possam ser de travestis. De fato, foi um ano morno, mais para a obscuridade e obviedade da fadiga dos escritos de Albino e Tresvarios que para a promiscuidade das aventuras de Carol e Abdoras. As luzes em excesso dessa época natalina já não me ofuscam tanto como outrora, embora ainda fique sensibilizado com aquele cartões de natal com canções que soam ao abri-lo. Essas tolices que nos tornam tão humanos encerram-se em um gole de sapupara. E o mundo fica mais justo.&lt;br /&gt;Como em um filme do Frota tento desmoralizar cada imbecil com uma ejaculação na cara. Óbvio, não o faço concreto, porém através de palavras, gestos, mentiras e omissões ridicularizo a todos mentecaptos que obstruem minha vida com asneiras e boas intenções. Não tenho mais tolerância para experiência com humanos esse ano. Preciso me reiventar. Preciso foder. Foda-se.Resta-me curvar-me aos “Parágrafos do Fim” e dormir ao árido colchão que inflama minha coluna, que sufoca-me a cada desfalecer, em cada natal. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116696619368506245?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116696619368506245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116696619368506245&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116696619368506245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116696619368506245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/reflexo-para-o-natal-imbecilidades.html' title='Reflexão para o Natal: Imbecilidades Viçando'/><author><name>Jacinto Peçanha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11067630694806655401</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116653324623032972</id><published>2006-12-19T07:36:00.000-05:00</published><updated>2006-12-25T14:42:21.150-05:00</updated><title type='text'>Mancebo.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/515978/11.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/400/178306/11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há nada para se escrever. Talvez fosse muito forte dizer tal coisa, e por vezes um tanto determinista, creio eu que talvez não seja possível não haver nada para se escrever, pois mesmo não havendo aqui estou nesta sopa de letras. Seria até egocêntrico relevar, jogar a um patamar um eu que está presente ao seu bel prazer, ao seu modo de ser e mesmo agir, percebo isto ao primeiro olhar que ponho por esta janela onde vejo carros, bicicletas, pedestres circulando, indo em alguma direção que mantém este possível nada se preencher em rotinas, em um gigantesco cotidiano, portanto, não seria demais dizer que mesmo ao escrever algo, tenho como referente um plano de congêneres que me faz ser aquilo que o observa, de certa forma ainda traduzo dada forma a um semblante conectivo de minha semelhança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, após a consumação de minhas duas décadas, uma moça virou para mim e disse; "Ainda é um menino", como se pudesse antever em uma definição extensiva de graus a capacidade de se dotar a existência de um juizo universal. Perguntei-me se estaria eu a ser tão menor ou tão maior? Seria eu tão menor ou tão maior a algo? Ou a alguém? Impliquei com certa dissimulação ao veredicto dado por certa juíza da experiência a priori, afinal, me relevaria a um posto de submissão a ensejo do poder de certas definições. Mas, concomitante acharia-me ali tão menor e tão maior quanto a qualquer referente, assim, sentia-me também um tanto criança e um tanto adulto, mesmo ainda não sabendo definir nenhum destes generos, como também era proeminente a exaltação leviana da puberdade que todos ali naquele momento se encontravam ao se doar a uma 'paixão' exasperada. Este tendão range ao movimento deixando-se pulsar no chão em que circunscreve, dificil será transgredir este limite dado a si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto uma pontada de inveja destes aventurosos homens que circulam do lado de fora deste muro. Estes anseiam, desejam, sofrem, alegram-se ao caminho que perscruta, como se não houvesse outro caminho possivel de se migrar seus pensamentos. Será que este místico caminho que o tomará é um caminho em que estes projetam-se no futuro? Não sei, não haveria como prever o futuro destes que se jogam na vida, só vejo o passado deles, e apenas um instante, também como sofrem ao se tentar projetar-se no futuro que não este que irá-agora-passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disvirtuo-me a atenção para prover a ausência de árvores nesta rua. Faz muito calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez devesse escrever por uma certa paixão efervescente de um mancebo tempo, talvez seja algo que possibilite uma descrição que aspire às imaculadas afecções que circulam o pensar, pairando na universalidade de suas comoções, naquele despertar quase que ingênuo das possibilidades, de forma que este acontecimento dar-se-á para uma memória ausente deste presente. Dar-se-á? Este futuro de um sujeito indeterminado coube em uma semântica uma cadeia de ações que constituem a sua idealização em sua possibilidade de ser este desejo. Claramente, resumo a um ato bem característico - ao fixar seu olhar amedrontado implorando por aquele afago que tanto custava recuou a cabeça ao chão afim de enganar sua vontade e esconder a pulsão que torcia seu ventre, as aceleradas batidas de seu coração, aquele frio em tua barriga era tão novo que sentia que talvez pusesse o seu estomago a fora criando uma situação tão embaraçosa que não suportaria tal vergonha. Pensou consigo o porquê de tal coisa, pensou o porque de tuas pernas tremerem se sua coragem a havia levado até aquele instante, até aquele ponto em que se encontrava, conjurou sua decisão jogando-se em tamanha tortura, em um sombrio desgosto tornando sua façanha em uma simples tragédia de seus instintos, uma tragédia aos seus ancestrais que superaram as adversidades da natureza, por onde abrigaram tanta melanina capaz de suportar o calor e ainda se pusessem aos congêneres dionisíacos da reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo mudou, pensou. Tão forte foi este pensamento que rompeu-lhe o hímen. Sangrou muito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A escrita poderia tomar tamanhas proporções ao se destinar descrições eloqüentes de sentimentos que afrontam os homens. Mas, caberia tais sentimentos na natureza? Não saberia responder ao certo a natureza destes. Descreveria tal como aves de rapina que de tão grandes planam sobre a superfície criando uma enorme sombra, sobrevoam a natureza em tocaia, para fixar seu desejo de sobreviver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116653324623032972?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116653324623032972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116653324623032972&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116653324623032972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116653324623032972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/mancebo.html' title='Mancebo.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116620686464357993</id><published>2006-12-15T12:16:00.002-05:00</published><updated>2006-12-15T13:21:04.663-05:00</updated><title type='text'>o fim de saemana com as amigas de Carol</title><content type='html'>Mais um fim de semana sem graça em Aracaju.Carol esta sozinha em casa e resolveu então chamar algumas amigas para passarem a noite em sua casa, uma reunião de garotas apenas. Dessa vez vieram somente Bia e a Cila, a Paula(ela ja foi citada em outros relatos) estava muito "ocupada" com seu namorado (fazendo muito sexo, é claro!) no momento em que Carol ligou para ela. Antes de recebe-las resolveu passar no mercado e comprar algumas coisinhas para comer, afinal, não existe reunião de garotas sem sorvete e muita tranqueira. Carol chegou em casa, guardou as coisas na geladeira, o sorvete no frezzer, e foi tomar um banho. Deixou a porta encostada, pois suas amigas já eram de casa e se chegassem era só entrar. Tomando banho, Carol recordou da minha ultima aventura (um sexo bem gostoso na minha opinião). Terminando logo o banho e foi se vestir. Carol gosta de se trocar no quarto, pois lá tem um espelho maior, onde ela observa cada detalhe do seu corpo, então, ela se enrolou na toalha e saiu do banheiro. A Bia e a Cila já haviam chegado, Carol resolveu cumprimenta-las no mesmo instante, mesmo enrolada na toalha, pediu para elas ficarem a vontade, coisa que nem precisaria, a Bia estava deitada no sofá e a Cila mexendo no som. Carol foi ao seu quarto para se vestir, e como um ritual diario, estava em frente ao espelho, se analisando. Até que percebeu que a Bia a observava pelo vão da porta.Carol quase gritou de susto, mas algo maior a impediu e fez com que ela(Carol) apenas continuasse a se analisar, e agora, tambem observar a Bia. Bia estava sem graça com a situação, mas incrivelmente excitada, a vontade de Carol era se tocar ali e ver a reação de Bia, mas, nao teve coragem, vestiu uma camisola, e deu tempo pra ela (Bia) correr pra sala, e logo em seguida, saiu do quarto. A Cila havia levado um Dvd de um filme para assistirem, então resolveram jogar 2 colchões na sala e deitaram as 3 ali, para assistir. A cena da Bia a observando não saia da cabeça de Carol e ela não conseguia prestar atenção no filme, queria parar de pensar, afinal, sempre gostou de homem e apesar de ter transado nunca havia sentido atração mais forte por nenhuma mulher. O filme terminou e a Cila foi até a cozinha pegar alguma coisa para comer, no que a Cila saiu, a Bia olhou fixo nas pernas e bunda da Cila. Novamente Carol estava confusa, seria a Bia lesbica? Apos muita conversa, brincadeiras e musica, resolveram dormir ali mesmo. Apagaram todas as luzes e deitaram, Carol no lado esquerdo, Bia no meio e Cila no lado direito. Nem em silencio absoluto Carol conseguia pegar no sono, estava muito excitada, mas fingiu dormir para não atrapalhar o sono de nenhuma das duas. Não passou muito tempo, Carol sentiu uma mão no seu joelho, arrepiando-se na hora, mas ficou imovel, então a mão foi subindo, subindo, até que encostou na virilha dela, deve ter sentido o calor da sua bucetinha, pois ficou um tempo parada. Então Carol sentiu outra mão, essa apertando sua bunda, quase que beliscando... Carol queria reagir, mas ficou com medo, e se tivesse sonhando? e se fosse sonambula? Nessa hora Carol ja estava molhadinha de tesão, até que as 2 mãos abriram suas pernas e arrancaram sua calcinha. Então começaram a tocar seu grelinho e tendo que fazer um enorme esforço para não se contorcer, até que não aguentei,Carol segurou uma mão no seu grelinho e a outra levou ate seus seios, então a Bia e a Cila riram, Carol ficou sem graça, então levantou rapido. "O que esta acontecendo? Por que vocês estão rindo?" - tentou disfarçar, fingindo ter tido um sonho erotico. "Apostamos que você não aguentaria nossas investidas muito tempo, resolvemos testar você, saber se você, assim como nos duas, ficaria excitada" - disse Bia Então Carol resolveu abrir o jogo, afinal, já havia começado, queria mais era terminar com essa loucura. "Pois então, vocês viram que eu estou molhadinha, e vai ficar por isso mesmo?" - provocou. Nisso a Bia vem em sua direção, arranca sua camisola, e começa a chupar seus seios, enquanto a Cila beija e da lambidas na bunda da Bia.Carol estava assustada, mas ao mesmo tempo adorando, resolveu beijar os seios da Cila, e ela tremeu de tesão Bia agora se deliciando na bucetinha de Carol, sugando ela com vontade.Carol resolveu experimentar, então e começou a chupar a Cila, a principio não se sentiu a vontade, mas o tesão foi envolvendo Carol, que quando deu por si, estava chupando a bucetinha da Bia e da Cila ao mesmo tempo. Ficou chupando a Bia, enquanto a Cila metia seus dedinhos na buceta de Carol e no seu cuzinho, então a Bia se levantou e beijou Carol na boca, que a principio recusou, mas então ela insitou, Carol agarrou Bia e beijando-a, afinal, ja havia chupado a buceta dela, sua boca era o de menos. As chupadas da Bia eram perfeitas, Carol gozou 2 vezes com Bia lhe chupando. A Cila ainda timida, também gozou muito naquela noite. Foram tomar banho juntas e depois dormiram. No dia seguinte, agiram normalmente, como se nada tivesse acontecido, mas no fundo, nós, caros leitores, sabemos que muita coisa ainda vai rolar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;entre em contato&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abidoral@katatudo.com.br"&gt;abidoral@katatudo.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116620686464357993?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116620686464357993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116620686464357993&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116620686464357993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116620686464357993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/o-fim-de-saemana-com-as-am_116620686464357993.html' title='o fim de saemana com as amigas de Carol'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116602107694613133</id><published>2006-12-13T09:19:00.000-05:00</published><updated>2006-12-13T10:24:23.043-05:00</updated><title type='text'>Gymnopedistas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/1600/301920/red2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/243/3662/320/318093/red2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certa vez um músico mediocre, ou talvez mediocre para tantos, se aventurou no academicismo para efetivar sua vontade de recriar a existência da música, talvez fosse certa sua ingenuidade, mas de fato não se comprovaria isto sem que suscedesse também um valor moral ao conhecer, de verdades e mentiras, ou melhor e pior conhecimento. Covenhamos, isto não viria ao caso de se descrever, de relatar como algo textual aqui, então, logo foi atestado sua incapaciade de se estabelecer vinculos com este meio acadêmico, principalmente, porque tem em sua laciva preguiça algo &lt;em&gt;sui generis&lt;/em&gt; que o levaria à sua primeira apresentação a se denominar de gymnopedista. A apresentação dava contornos, representação de uma música que se manisfestava preguiçosamente, repetia-se diversas vezes demonstrando um certo descompromisso com a música, ou até mesmo, a música seria apenas um complemento ao ambiente, e assim falaria aos brandos que intevissem à música.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A repetição existe? Perguntei-me isto com a intenção de proferir um certo acordo com um tempo e espaço fisico, seria impossivel repetir um nota musical em uma mesma intensidade, com as mesmas vibrações de uma onda decibel. Pois bem, então a genialidade deste gymnopedista convém em que há mudanças em espaços e tempos tão curtos que seria impossivel definir a existência de uma forma una? Parece-me que nem mais isso se aplicaria a música, mas sim a um contexto geral de mudanças que se dissolve quase que homogeneamente. Seguirei aquilo que Kieslowski apresentou em sua trilogia; A Liberdade é Azul, Igualdade é Branca  Fraternidade é Vermelha, de certa forma há algo que se introduz quase que homogeneamente nestes filmes, há algo que se renova, há algo que demasiado subjetivo não poderia ser o acaso de suas relações, mas sim uma nota que tocada diversas vezes, todas de formas diferentes tomam para si uma convergência de espaços que se chocam, talvez porque as relações se dão por diversas variações imperceptiveis aos nossos olhos.      &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116602107694613133?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116602107694613133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116602107694613133&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116602107694613133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116602107694613133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/gymnopedistas.html' title='Gymnopedistas'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116511768712147470</id><published>2006-12-02T22:02:00.000-05:00</published><updated>2006-12-02T22:50:28.566-05:00</updated><title type='text'>Ensaio: Qual a relação entre democracia e democratização da comunicação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antes, efetivamente, será necessário buscar em terrenos tão densos quanto ao tema proposto submergindo a tona coordenadas, caminhos que aqui há de se estender em uma afirmação conceitual, e atenuando em uma argumentação que se instale domínios de saber que precede e supera sensitivamente o tema proposto. Mas, relevando a obrigatoriedade dada à questão, questionar a sua função, em sua gênese, procriando algo além daquilo do que lhe é superficial, e consecutivamente, discorrendo de um tema que certamente é de tão vasto pela complexidade de sua natureza na atualidade.&lt;br /&gt;O que seria esta busca então, que não seja a superficialidade dada à questão que habita na atualidade? Perguntar isso nos tomaria a outro nível de erudição que relevaria não só o que a questão suscita, a então algo que antecede propriamente a(s) relação(s) que se instala entre a democracia e democratização da comunicação. Desta maneira, teríamos algo além do que já é pronunciado, um caminho que percorreríamos para chegar à conclusão que tanto é difícil de se enxergar, mas que esta conclusão não subentenda-se a uma finalidade que se resolva pelo viés de uma solução, e que se partir disto, cegará àqueles que anseiam vislumbrar algo que, assim, supere o problema dado à atualidade.&lt;br /&gt;Que caminho seria este então, que mesmo chegando a uma conclusão poderia cegar-nos ao percorrê-lo? A própria questão nos leva a algo que na atualidade cegou-nos pela dimensão, pela proporção que tais conceitos toma para si pensar, toma para si uma significação que não está simplesmente no cumprimento ao que representa como um fenômeno que se sucede ao pôr estes olhos sobre estas palavras, mas que nestas palavras que compõe a questão há ainda uma carga de historicidade que a faz ser a questão que nos apresenta. De maneira que pensar a realidade que nos apresenta toma-nos a uma complexidade que se mostra no pensar, que se demonstra porventura no conceito dado à democracia, também como representar esta democracia a algo que se sustente invariavelmente. Fato é que todo este humanismo em volta dela esconde-se um poder tão sutil, tão meticuloso que certamente impossibilita a uma indagação, impossibilita a compreensão das naturezas aplicadas a este pensar, ao passo disto, tem por impressão quase que uma mão que sufoca e ao mesmo tempo afaga o respirar.&lt;br /&gt;Qual a relação entre a democracia e a democratização das comunicações? A partir desta mesma pergunta surge-nos, pois na verdade habita na mesma questão, diversas outras questões que entorpece nossos sentidos, que restringe a percepção de ir além do que é promulgado na questão. Desta maneira, surge-nos tais perguntas que por serem tão densas, tão vastas comumente surte a uma indiferenciação quanto a sua importância, angustiando a nós pela incapacidade de ater a uma segurança que se rompe ao se pronunciar O que é isto a Democracia? O que isto a Democratização? O que isto a Comunicação?&lt;br /&gt;Esta segurança remete-se a propensa universalidade na atualidade ao supor a democracia, esta palavra restringe os sentidos pela suposta convenção que se aplica a realidade. De certa forma, sua conjectura política, direito e dever se completam à necessidade (necessidade??) da organização social, este organismo tem sua formação clássica até uma forma especifica característica deste pensar na atualidade, passeando por diversas formas que se apliquem à organização, em virtude adentra-se não-só na figura clássica de democracia grega mas também na representação de estruturas mediantes que perpassam na historia, estruturas que viabilizam o poder que alastra-se na figura de uma sociedade despótica, em uma ditadura que marcaram sensivelmente o corpo social. Questionar a palavra democracia, remete-se muito bem ao temor em talvez reconstituir certas formas de poder que flagelaram muitas sociedades, possibilitando seu renascimento ao se problematizar a mesma, mas creio que, pela própria configuração de um passado não tão distante possibilita-nos a uma ação que se adentre a novos caminhos, que adentre não em negatividade ao conceito dado à palavra, mas que seu uso na atualidade torna-se falsos problemas reais. Por isso, questionar a democracia não detém simplesmente da questão do seu uso mas do uso da qual é feito, do uso feito pela tríade de políticas, de direitos e de deveres que se institucionaliza ao se promulgar democracia. O escritor francês &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Michel Foucault&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; tem em mente muito bem isto ao se deparar com as práticas de poder jurídicas penais em seu livro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vigiar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Punir&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ou no processo de exclusão social que se aplica em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;História&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;da&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Loucura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e como também em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Historia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;da&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sexualidade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, estas arqueologias demonstram práticas que configuram o exercício de poder para se estabelecer à necessidade de organização social.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Creio que é possível deduzir qualquer coisa do fenômeno geral da dominação da classe burguesa. O que faço é o inverso: examinar historicamente, partindo de baixo, a maneira como os mecanismos de controle puderam funcionar; por exemplo, quanto à exclusão da loucura ou à repressão e proibição da sexualidade, ver como, ao nível efetivo da família, da vizinhança, das células ou níveis mais elementares da sociedade, esses fenômenos de repressão ou exclusão se dotaram de instrumentos próprios, de uma lógica própria, responderam a determinadas necessidades; mostrar quais foram seus agentes, sem procurá-los na burguesia em geral e sim nos agentes reais (que podem ser a família, a vizinhança, os pais, os médicos, etc) e como estes mecanismos de poder, em dado momento, em uma conjuntura precisa e por meio de determinado número de transformações começaram a se tornar economicamente vantajosos e politicamente úteis.”[1]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Mas, apesar das diversas práticas criadas para gerir a democracia enquanto tríade de políticas, de direitos e deveres sociais, ainda será preciso escavar um sentido próprio que se dá à palavra democracia, propondo uma assertividade que culminou o pensar. Desta maneira, será necessário pensar a palavra em seu principio, com efeito, situar a democracia, perguntar o que é a democracia, nos remete não só a relação que se expõe à questão, mas como reativar a origem historial, assim, a palavra democracia nos leva à sua criação como símbolo significativo, nos trás a palavra grega &lt;em&gt;demoskràthos&lt;/em&gt; que propicia a sua simbologia na atualidade.&lt;br /&gt;A palavra grega, &lt;em&gt;demoskràthos&lt;/em&gt;, transmite uma carga historial que reflete significativamente sua criação perante a sociedade grega, ou melhor, na figura representativa da polis ateniense. Esta polis, como principio de democracia, situa-se na convicção do meio estrutural que acarreta suas formas de relação do homem para a sua cidade, que se situa em um meio que se estabelece entre as figuras dos eupátridas, os grandes proprietários de terras; os georgói pequenos proprietários de terras; os demiurgos artesões e comerciantes; e as últimas duas classes, os estrangeiros e os escravos. A democracia ateniense é direta, tem como em sua legitimidade todos aqueles que nasceram em Atenas, filhos (homens) de pais de atenienses e que obtiverem a sua maioridade para assim efetivar sua participação nas ações políticas que submetem à sociedade. Pode-se ainda, além do processo de direito de legitimação de apenas homens filhos de pais atenienses e nascidos em Atenas, um processo de exercício de poder gerado através do trabalho escravo que regia este povo, que mantém o bem estar social e econômico, assim como exemplifica &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Foucault&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; “mecanismos de poder (...) a se tornar economicamente vantajosos e politicamente úteis” para a sociedade grega, para a sociedade ateniense que tem como dever pensar em sua existência.&lt;br /&gt;Temos então o principio da origem do pensamento do que é a democracia, temos então as características que define a existência do signo &lt;em&gt;demoskràthos&lt;/em&gt; em sua historicidade, e assim, conferir a esta palavra seu &lt;em&gt;lógos&lt;/em&gt; que a língua grega tem em sua criação possibilita-se reger outro caminho possível, outro caminho que se soma a esta carga de historicidade, ou até mesmo é está carga de historicidade que se confunde ao pensar na historia. Antes, vale lembrar que a língua grega é uma língua única, criada sempre em função do &lt;em&gt;lógos&lt;/em&gt;, em função da lógica, da retirada da coisa mesma a sua significação, desta forma, a palavra &lt;em&gt;demoskràthos&lt;/em&gt;, representa o povo (&lt;em&gt;demos&lt;/em&gt;) ateniense em sua instancia de poder (&lt;em&gt;kràtros&lt;/em&gt;) enquanto ser ateniense, desta maneira, percebe-se que este &lt;em&gt;lógos &lt;/em&gt;tem em si uma afirmação que se estabelece para a configuração da palavra, do signo democracia, delimitando o agir ateniense enquanto ser ateniense.&lt;br /&gt;Mas, esta representação do signo tão-só nos apresentaria um caminho em direção a uma verdade final? Então, se ela não se efetua como uma verdade de causa final, por onde esta verdade (se é que posso chamar de verdade) caminharia? Ainda, permanece uma dúvida que se estabelece ao se perguntar; Que é isto o povo? Que é isto o poder? Ao questionar o que é o povo, por exemplo, temos em vista para a significação do signo, da palavra democracia a interpretação daquilo que se dará o ser ateniense enquanto ser ateniense, em viés que, mesmo ao se estabelecer às classes que existiam nesta sociedade ainda não compreenderíamos a intenção de efetuar o legitimo homem a soberba de promulgar direitos e deveres como aquele que nasceu em Atenas e filhos de pais atenienses. Que legitimo povo seria este que existe perante esta cidade? Que exerce poder perante esta cidade? Poderia-se destinar que estes indivíduos quanto atenienses seriam marcados tão-só atenienses dado a sua existência à Atenas, dada a sua existência ao território que limita-se às fronteiras que o circula?&lt;br /&gt;O que torna evidente em uma concepção conceitual ao signo povo remete-se constantemente a acepção ao que se dará a sua significação, tendo em si uma busca por uma assertiva além daquilo que simplesmente reduz à palavra. Claramente ao se pronunciar a palavra povo toma-se um conceito abstrato que totaliza uma assertividade sobre uma natureza, ou diversas naturezas que se fundem, de maneira que transcende a uma compreensão em um campo empírico. Desta forma, a palavra povo soma-se a um predicativo que definiria, ou melhor, que preencheria uma lacuna, um vazio que se expõe ao se pronunciar. O povo, talvez então, entende-se como uma cadeia de amontoados de identidades (entenda-se amontoado de identidades tal como a relação de criação, de demarcação deste território da palavra povo) que preenchem um determinado território, este amontoado de identidades criadas compõe aquilo que define categoricamente o ser de Atenas, o ateniense. Assim, toma-se o problema a uma forma que não simplesmente em um processo de exclusão da significação metafísico do signo, mas que se afirma na construção, na delimitação de um território que possivelmente constituirá um povo e claramente um predicativo que subtende-se a este povo.&lt;br /&gt;Chegamos a uma pergunta que nos faz erguer um pilar de acontecimentos que constitui a palavra povo, como que possivelmente resgatando a origem dos demais problemas; Quem é este que demarca este território, que cria suas fronteiras? Fronteiras imaginárias que segmentam o povo. Pensar em povo é pensar nessas linhas imaginárias que parecem eternizar o território, mas como bem sabemos, estes mesmos territórios já passaram por inúmeras demarcações, permutando diversas vezes povos sobre povos. Concatenando uma proximidade com as questões que sucedem para se chegar a esta assertiva, refere-se certamente à questão metafísica que se dá ao valor atribuído ao limite espacial dado; diversos tipos de limites espaciais são determinados na nossa sociedade atual, como bem na sociedade democrática grega, limites estes no pensar, no agir, territoriais, etc. – assim como &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Foucault&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; exemplifica há uma tendência em se criar verdades universais que restringem o homem a uma forma de saber que se renove, e esta tendência tem sempre pelo viés um controle, um exercício de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Poderíamos assim opor dois grandes sistemas de analise de poder: um seria o antigo sistema dos filósofos do século XVIII, que se articularia em torno do poder como direito originário que se cede, constitutivo da soberania, tendo o contrato como matriz do poder político. Poder que corre o risco, quando se excede, quando rompe os termos do contrato, de se tornar opressivo. Poder-contrato, para o qual a opressão seria a ultrapassagem de um limite. O outro sistema, ao contrario, tentaria analisar o poder político não mais segundo o esquema contrato-opressão, mas segundo o esquema guerra-repressão; neste sentido, a repressão não seria mais o que era a opresão com respeito ao contrato, isto é, um abuso, mas, ao contrário, o simples efeito e a simples continuação de uma relação de dominação. A repressão seria prática, no interior desta pseudo-paz, de uma relação perpétua de força.”[2]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Antes, também será necessário pensar sobre o que é o poder, não em sua forma de uso característico da sociedade, mas pensá-lo como uma força que rege a natureza, pensá-lo como um cosmo que sempre retorna para suceder novas temporalidades, para marcar definitivamente o curso da história. Por isso, pensar este &lt;em&gt;arkhè&lt;/em&gt;, possibilita-nos migrar nossos pensamentos a uma capacidade de pressentir, de resistir ao exercício de poder, ao sistema de opressão, e de repressão que atua diretamente sobre o ser e o agir. Ao fazer, a pergunta; O que isto o poder? Temos em vista uma potência em que o pensar submerge para além do que é posto. Por isso, pensar em poder, não é simplesmente pensar em seu exercício, pensar em poder é pensar diretamente no estado que ele se produz, assim, pensar no seu estado de sendo uma potência geradora. Deve-se, portanto, não generalizar sua forma especifica de manipulação dada às práticas de sua manutenção, estas práticas, ao contrário tem como função castrar diretamente aqueles de espíritos livres, que por bem nascem para o fervor de seu ser para a vida, para o mundo. Estes de espíritos livres, compõem sua liberdade para algo que preexiste diretamente com, como Foucault observa, um ‘cuidado de si’, na &lt;em&gt;encrateia&lt;/em&gt;, no autocontrole. Com efeito, buscar a liberdade é antes buscar um &lt;em&gt;ethos&lt;/em&gt;, gerir sua maneira de ser e de agir, é desta ética que os gregos se baseavam em sua forma de pensar, visto que, excetuando os fatores de exercício de poder tirânico e de práticas jurídicas que atestavam a sociedade, os gregos não eram aterrorizados por um sistema subjetivo de exercício de poder moral que se alastra desde o surgimento do cristianismo até diversas outras práticas atenuantes.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Michel Foucault&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; intensifica seu pensar a uma característica particular que difere do pensar da liberdade geral promulgada nas sociedades burguesas atuais, isto é, o sujeito da liberdade é constituído diferentemente um do outro, salvo seu ‘cuidado de si’ que permeia sua conduta no autocontrole, no domínio de seus prazeres. E, não a argumentar a liberdade como experiência de sujeição a um signo de uma necessidade única, de maneira que a liberdade é uma condição, é um elemento caracterizador e delimitador do próprio ser, como o &lt;em&gt;Dasein&lt;/em&gt; heideggeriano. Dizer que a liberdade não está condicionada a sujeição a um signo de uma necessidade única, institucionalizada é dizer que não há uma determinação absoluta do ser, e logo, a liberdade se constrói, é a experiência, se reformula, se constitui a partir de cada acontecimento a que se expõe o sujeito.&lt;br /&gt;Torna-se ainda, mesmo que suscetível ao bom grado o ‘cuidado de si’, este ethos que se potencializa na maneira de ser e agir do sujeito como acontecimento, questões que sucedem nesta hermenêutica da palavra democracia, do &lt;em&gt;demos&lt;/em&gt; (povo) e &lt;em&gt;kràthos&lt;/em&gt; (poder) que se questionou. Tais perguntas como; Que é isto o ser? Que é isto o agir? O ser e o agir estão interligados quase que em uma forma homogenia de duas naturezas. Recorro aqui a Martin Heidegger para tornar estas questões que são tão densas e tão vastas a uma forma que não a feche em uma universalidade, pois creio que estas questões são questões que circulam a humanidade, estas perguntas são ontológicas, eles repetem-se incessantemente pelas diversas pessoas que indagam, com diferentes respostas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“Todo ente é no ser. Ouvir tal coisa soa de modo trivial em nosso ouvido, quando não de modo ofensivo. Pois, pelo fato de o ente ter seu lugar no ser, ninguém precisa preocupar-se. Todo mundo sabe: ente é aquilo que é. Qual outra solução para o ente a não ser esta: ser? E entretanto: precisamente isto, que o ente permaneça recolhido no ser, que no fenômeno do ser se manifesta o ente; isto jogava os gregos, e a eles primeiro unicamente, no espanto. Ente no ser; isto se tornou para os gregos o mais espantoso.”[3]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Agora se pode ir além daquilo suposto, indo em direção a um caminho claro, que não obscurecido pelo medo deste caminho dado a partir da questão, qual a relação entre democracia e democratização da comunicação nos é dada para um sentido amplo. Com efeito, pensar em comunicação é antes também pensar na relação de poder (&lt;em&gt;kràthos&lt;/em&gt;) sobre o povo (&lt;em&gt;demos&lt;/em&gt;), é pois corresponder estas duas assertivas que preenchem a comunicação em sentido amplo, preenchem de sentido a sua criação para atribuir exercício de poder, de dominação. É categórico este exercício de poder visto que é possível apreender sua criação através do &lt;em&gt;arkhé&lt;/em&gt;, da origem de seu pensar, assim é compreensível se analisar as suas teorias, seus estudos como forma essencial de definição da relação especifica que dá ao postular, tal como a teoria hipodérmica que baseada na teoria behaviorista de &lt;strong&gt;Skinner&lt;/strong&gt; atesta-se o poder de manipulação. Pensar nestes estudos é situar uma guerra que alastra-se contaminando o individuo, o ser e o agir do homem em sua produção de liberdade, em seu domínio de si.&lt;br /&gt;Este ensaio teve por finalidade, mesmo que esta finalidade estenda-se para sua postulação de forma sucinta na arqueologia da comunicação, demonstrar as falhas de se pensar na democracia como uma síntese das forças do povo e ainda de se pensar na formação de sua palavra como origem destes falsos problemas que submete-se ao se analisar a democracia, visto que a democracia como poder do povo irá se remeter a um limite espacial que configurará essa palavra, sendo que para além de se exercer poder para a construção deste território, mas como também de manter estes limites espaciais que decorrem do exercício de poder de um a um outro, de um povo a outro povo. A comunicação, como &lt;strong&gt;Foucault&lt;/strong&gt; exemplifica tomará esta postura como verossimilhança a forma de se vigiar, de se exercer e de se manter o poder, assim antes os povos eram marcados por guerras, por religiões, governos despóticos, agora eles são marcados por olhos que flagelam a sua vontade de ser e de agir, criando uma rede de vigilância poderosíssima.&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;“É a ilusão de quase todos os reformadores do século XVIII, que deram à opinião uma autoridade considerável. A opinião só podendo ser boa por a consciência imediata de todo o corpo social, eles acreditaram que as pessoas iriam se tornar virtuosas pelo simples fato de serem olhadas. A opinião era para eles como que uma reatualização espontânea do contrato. Eles desconheciam as condições reais da opinião, as media, uma materialidade que obedece aos mecanismos da economia e do poder em forma de imprensa, edição, depois de cinema e televisão.”[4]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Notas: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;1- Foucault, Michel; Microfisica do Poder; Artigo Soberania e Disciplina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;2- Foucault, Michel; Microfísica do Poder; Artigo Genealogia do Poder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;3- Heidegger, Martin; serie Os Pensadores; Que é isto - filosofia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;4- Foucault, Michel; Microfísica do Poder; Artigo Olho do Poder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116511768712147470?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116511768712147470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116511768712147470&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116511768712147470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116511768712147470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/12/ensaio-qual-relao-entre-democracia-e.html' title='Ensaio: Qual a relação entre democracia e democratização da comunicação?'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116474748573082390</id><published>2006-11-28T15:58:00.000-05:00</published><updated>2006-11-28T15:58:05.796-05:00</updated><title type='text'>Frotteurismo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Eu, Morpheu e Abidoral (e quem sabe a psicóloga...).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito tempo venho admirando a figura desse caro companheiro de blog, que nem mesmo sei quem é. Pois bem, um dia chego em casa, com uma fadiga mental imensurável. Isso porque mais uma vez não conseguia prestar atenção em nada, apenas naquelas garotas dissimuladas que me cercavam. Não que eu esteja incomodado com o fato de ter essas companheiras, mas o que me aflige é saber que o grande Abidoral é o responsável por esses meus pensamentos ninfomaníacos.&lt;br /&gt;Neste dia, eu olhara para ela, a morena de sorriso furtivo que me encantara desde o primeiro instante em que a vi. Acabei lembrando de algo que acontecera algum tempo atrás. Uma mão na mão, uma mão no peito, uma mão na perna... e infelizmente só. O que restou? Acredito que o consolo Abidoralianos e o paraíso de Morpheu para complementar esse meu “âmago de infelicidade”.&lt;br /&gt;Pois bem, os contos reais ou apenas invenções do mestre, estão me fazendo surtar. As poucas vezes que olho aquele pedaço de mau caminho, penso em algo selvagem, algo pertinente à natureza animal, onde apenas o suor, a respiração ofegante, o cansaço e o prazer se unem em um momento puramente carnal, sem nenhuma correlação com a tão desejada deusa Eros. &lt;br /&gt;Infelizmente caros confidentes, qual o único reduto que me foi reservado para realizar essa minha vontade? É, isso mesmo: o Paraíso de Morpheu. Apenas lá, dessa forma onírica, é que consigo ter minhas fantasias animalescas supridas. O que resta então é o consolo dos contos Abidoralianos e a companhia de uma mão amiga. É, tem razão amigo leitor, talvez essa mão que me reste seja a minha própria.&lt;br /&gt;Infelizmente agora sofro com isso e sem medo algum ponho a culpa no companheiro Abidoral. Isso mesmo Abidoral, você é o culpado de tudo. Gostaria que ao menos em seu próximo post, você coloque aqui o telefone de sua psicóloga. Afinal, estou precisando de auxílio para cuidar desses distúrbios e, nesse caso, o problema só pode ser curado com o auxílio de uma profissional altamente qualificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;br /&gt;Ah!! ABIDORAL, POR FAVOR, ME DÊ O TELEFONE DE SUA PSICÓLOGA. Até mais, Morpheu me espera... Quem sabe dessa vez Eros não esteja  ao seu lado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116474748573082390?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116474748573082390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116474748573082390&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116474748573082390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116474748573082390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/frotteurismo_28.html' title='Frotteurismo'/><author><name>Subbornad</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09759604011733539794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116379088876595607</id><published>2006-11-17T13:59:00.000-05:00</published><updated>2006-11-17T14:14:48.786-05:00</updated><title type='text'>Ah!  Minha Psicóloga!</title><content type='html'>Para maiores contatos: &lt;a href="mailto:abidoral@katatudo.com.br"&gt;abidoral@katatudo.com.br&lt;/a&gt;  caso queiram entrar em contato comigo, trocar experiencias, fatos, casos e ...quem sabe!!!&lt;br /&gt;Diante das dificuldades, voltei!!! o grande abidoral esta de volta trazendo um pouco para os leitores uma experiencia sexual vivida por mim(abidora) e minha amiga Carol!!&lt;br /&gt;Uma vez foi a uma psicóloga(Dra. Carol), pois estava com problemas de inibição. E as vezes tinha crises de pânico. Ela notou que eu(abidoral) era um rapaz muito inteligente, tímido e inseguro. Tinha desejos sexuais, mas não conseguia levar isto adiante. Ela (a doutora Carol) seguia uma linha bem eclética, deixava a conversa rolar nas entrevistas; eu expunha minhas fantasias sexuais. Ela deixava claro que era necessário que eu  começasse a tomar iniciativas com as garotas, mas depois de tanto tempo com medo, eu tinha criado defesas muito intransigentes para não agir na “ofensiva”. A minha vida ia passando, eu perdendo oportunidades de estudo e trabalho, vivendo à custa de meu pai porque era incapaz de lutar. Meu pai pagava o tratamento e acabou por procurar a psicóloga Carol: não via resultados nas nossas entrevistas. Pensava em parar de pagar o meu tratamento. Era preciso que ela agisse rapidamente, porém eu insistia em inventar desculpas para não avançar com as mulheres, por maiores que fossem meus desejos. Um dia uma amiga da Dra. Carol a convidou para tomar sol num clube da cidade. Tomávam sol à beira da piscina. O clube estava quase vazio. Bom, nem preciso falar: eu cheguei lá, para me exercitar na piscina. Quando eu as vi, aproximei das duas e tentei começar uma conversa, mas ainda estava muito inibido. Notei também que sua amiga (Paula) deu uma boa encarada em mim e só então que a Doutora Carol me via como um homem. Mas eu era muito novo, e, além disto, um paciente. Conversava comigo quando eu convidei as duas para cair na piscina, porem só a Doutora Carol veio nadar comigo. Ela nada mal e a piscina que eu  a queria levar era muito funda para o gosto dela. Ela me explicou que não ia para o fundo e meus olhos se entristeceram. A Doutora Carou pensou(foi o que vi em sua feição!): “Eu sou uma boba! Embora não seja de natureza sexual, ele está tomando uma iniciativa”. Ela não estava ali a trabalho, mas aparecia uma chance de, com um pequeno gesto, dar uma grande avanço ao meu tratamento e, sobretudo não perder um caso. Assim, sob os olhares maliciosos de sua amiga, entrou na piscina comigo(abidoral). Mergulhamos e ela nadava timidamente a meu lado, que nadava com calma. Ela cansou logo e parou, mas ao tentar por os pés no chão da piscina, cadê o chão? Pois é, era muito fundo para ela. Assustada, pediu ajuda a mim amiguinho. Eu nadou até ela, sorri e segurei a Doutora Carol com a cabeça para fora da água, abraçando-a pela cintura. Falei para que ela relaxasse que não afundaria, mas ela era uma pedra na água. Novamente eu a segurei, e pouco a pouco foi levando a Doutora pela piscina, pedindo que ela soltasse o corpo, até que ela ficou na horizontal sobre os meus braços. A brincadeira estava gostosa. Eu levei a Doutora pela piscina toda, sempre abraçando-a, e ela com os braços ao redor do meu pescoço. Lógico que senti que “rolava um clima”. Numa das nossas manobras aquáticas, eu encostei meu pau em meu quadril por trás e ela sentiu(pela forma que se comportou) que meu pau estava excitado. Eu fiquei um pouco sem graça, mas mantínhamos silêncio. As manobras ficaram mais audaciosas. Ela ficava excitada demais e não resistiu: sob a água, apertou meu pau. Fez e no mesmo instante se assustei com o que fazia: Doutora Carol me disse a que queria sair da água. Saí prontamente da piscina. Ela demonstrava extremamente excitada, trêmula. Fiquei dentro da água. Doutora Carol aproximou-se da amiga (Paula) e ela me olhava com toda a malícia do universo. Sorrindo, Paula  disse: “Francamente, doutora!!!” E gargalhou. Séria, Doutora Carol olhou em volta para saber se alguém tinha visto algo. Apenas uma pessoa além de dela, sua amiga Paula e eu (abidoral) o paciente. Meu pai que se encontrava no barzinho ao lado da piscina! Olhou para nóe e pensou certamente: “Francamente, doutora!!!”. Doutora Carol ficou envergonhada ao ver que meu paizão me olhava sorrindo. Nos dias seguintes, eu enviei a doutora Carol flores, livros de poesia, cds, vários presentinhos tocantes. Eu queria conquista-la e ela andava sonhando comigo, daqueles sonhos que deixam as mulheres molhada de suor e nós homens de pau duro!. Nas próximas sessões, eu me declarei apaixonado pela doutora. Eu agia de forma técnica e fria, embora simpática. Falava comigo sobre o porquê da paixão, analisava meus sentimentos, mas não falava dos seus: via também  que ela estava apaixonada por mim. Não era possível continuar. Numa sessão, ela explicou a mim sobre a impossibilidade dela continuar sendo minha teraupeuta, acrescentando a grande evolução por minha parte, enfim, deixou claro que eu estava pronto para sair dali e entrar num romance de verdade com uma jovem de minha idade e solteira. Fiquei surpreso, resisti, mas entendi. Era a realidade e pronto. Disse que ia embora e levantei-me. Doutora Carol se aproximou para se despedir de mim, abracei-a e ela me disse para que eu fosse feliz, quando sentiu meu membro excitado. Outra vez não! Eu não resistiria. Ela com um olhar nervoso olhou nos meus olhos e disse: “Me dá licença?”. Doutora Carol se  abaixou diante de mim, abriu o zíper do meu jeans, abaixou a cueca e colocou  meu pau para fora. Abaixada, olhou para mim(abidoral), que estava com os olhos arregalados, e disse: “Sei que não é certo...” e colocou meu pau em sua boca. Tirou um pouco e disse: “sei que isto não é ético...” e, de novo, colocou meu pau duro de tesão em sua boca. Tirou outra vez e disse: “mas tem coisas que a gente precisa fazer...” e colocou meu pau em sua boca novamente. Tirou de novo e disse: “tem certos prazeres que a gente não pode se negar...” Então peguei sua cabeça e disse para que ela parasse de falar e continuasse. Mais uma vez, tirou  meu pau de sua boca e disse: “mas é que preciso me explicar!” E de novo eu (abidoral) peguei suaa cabeça e disse para que ela ficasse quieta e continuasse. Assim fez. Não tivemos uma relação completa, mas foi bom. Terminado o tratamento: eu (abidoral) era outro, um jovem seguro, decidido, ousado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR FAVOR COMENTEM&lt;br /&gt;abidoral@katatudo.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116379088876595607?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116379088876595607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116379088876595607&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116379088876595607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116379088876595607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/ah-minha-psicloga.html' title='Ah!  Minha Psicóloga!'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116372246933249454</id><published>2006-11-16T18:29:00.000-05:00</published><updated>2006-11-16T19:14:29.350-05:00</updated><title type='text'>Minha unha, meu mundo.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Apesar de não ser adepto a este tipo de escrita, surgiu-me como necessário falar da minha unha encravada. Não porque exista uma necessidade de escrever sobre minha unha encravada, mas para colocar em questão como é possível uma única unha encravar e cair umas 3 vezes em menos de 5 meses. Sim, aconteceu, e é deprimente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me sinto orgulhoso para tanto, me sinto angustiado com a possível iminência em perder uma outra unha, em perder a unhazinha do dedo mindinho do pé. Parece-me uma necrose que se alastra ao dedo, talvez surja uma lepra, quem sabe? Se bem que, seria agora uma afirmação da minha condição leprosa conotativa. Leprosa? Pois bem, ultimamente tenho como sensação a afirmação categórica da máxima do Cacique Serigy, ela está enraizada nesta terra sutilmente corroendo a todos que pisam nela, coloca-se o pé nela, e possivelmente, como eu, perde-se a unha. De certa forma então, a unha é o prelúdio para a distinção deste acontecimento mitológico, é como uma gangrena que se alastra em uma ferida não cicratizada, putrefazia em uma comunhão de merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cacique Serigy é a única identidade que se conduz a esta Terra de Ninguém, uma terra que ficará marcada pelo sangue e a maldição berrada por esse índio mistico - "Nesta terra nada se plantará". Bom, de certa maneira esta terra será a terra de forasteiros, que por sinal não deixa de ser uma verdade, ela compreende em uma fusão caótica dos anseios de todos os outros Estados que adentraram na fantasia de conquistar novos espaços, na descoberta de novos mundos. O genocídio praticado aqui nesta terra explicita muito bem porque esta terra é de forasteiros, no passado que há nela é feito de mortes, a sua memória foi apagada para compilar em uma nova historia feita pelos grandes homens aventureiros, ou como gosto de denominar de; seres  psicopatas. Não gosto das categorizações da psicologia, mas este termo veio bem a calhar aos homens bem aventurados que aqui habitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terror começa pelo chão, coincide com a perda da unha e se alastrando pelos demais órgãos do corpo, um efeito dominó onde as peças se colidem brigando por um espaço que inexiste. Mas engraçado que, sobretudo, há uma resistência permanente a lepra que se inicia no pé, na unha - por alguma razão ela se recria substituindo a unha que caiu, cobrindo a carne que está a mostra pronta para iniciar uma gangrena, uma infecção com o contato com a terra, inicia-se um novo ciclo de rupturas e resistências a morte já anunciada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que eu, que está adaptação não pode ser levada a uma espécie de descumprimento com o mito proclamado, na verdade é uma sádica adaptação para surrar as expectativas ilubridiadas, esperadas na formação da nova unha. Por isso a porra da minha angustia com esta unha que cresce e cai, cresce e cai, sucessivamente em tão pouco tempo. Talvez, esta seja uma forma sádica pra me lembrar que é possível eu entrar em contato, entre minha carne e a terra, com a memoria esquecida, me afectando, lembrando que não estou desguarnecido da minha tradição.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116372246933249454?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116372246933249454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116372246933249454&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116372246933249454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116372246933249454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/minha-unha-meu-mundo.html' title='Minha unha, meu mundo.'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116370874578314628</id><published>2006-11-16T14:41:00.000-05:00</published><updated>2006-11-16T15:25:45.800-05:00</updated><title type='text'>"Uma frieira que nasce dos prantos, a angústia nasce dos pés."</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta história não terá por fim uma razão obscurecida de nossos tempos, ela se baseará naquilo que foge o convencionalismo daquilo que é real. Afinal, mais do que um escritor tímido que se esconde em palavras, mas que estas palavras socorram aquilo que foi perdido; escrevo para a vida, adentre ao mundo, faça-se mentir, faça-se dialogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Tenho uma frieira. Como pode existir tal coisa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Frieira? Mostre-me seu pé.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; O que é uma frieira?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Minha falecida avó diria que "Uma frieira que nasce dos prantos, a angústia nasce dos pés."&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Não estou angustiada. Nem aos pratos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Pois então, ela está a crescer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; A frieira? Preciso ir ao médico. Que remédio trataria disso? Nasce do nada, nem dor sinto, uma ferida que não existe.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Não disse? Ela está a crescer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; pare com isso, você está me angustiando. Tenho uma frieira, posso perder meu dedo, o meu pé. Imagine-me manca. Nem um louco como você gostaria de uma manca. Uma invalida, um estorvo que para si locomover precisaria de muletas. Muletas não! Não usaria muletas, muletas são para as pessoas corajosas que apesar do infortúnio lutam contra a natureza, provavelmente eu iria me locomover de cadeiras de rodas. Só que ficaria parada, sem ninguém a socorrer, a mercê dos atos altruístas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Qual o problema dos atos altruístas? São deles que até hoje sobrevivi.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Não conseguiria resignar minha vida como a fez para si. Só a fez para si por medo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Medo?! Então é disto que estamos falando? Como não ter medo? Como não ver aquilo que está diante de você?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Quantas vezes preciso te relembrar que é míope? Agora mesmo mal me vê sem óculos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Só não a vejo pois não quer. Pois está de pé longe de mim, se escondendo, recolhendo as peças de tua roupa que aí estão no chão para voltar à sua liberdade. Quantas vezes já lhe falei que a liberdade é fulgaz? Não para se almejar no futuro que desconhece, mas a liberdade está para o mundo, só a reconhece quando reconhece o mundo para a liberdade. E o desconhecido nós o somos. Sente-se perto de mim, preciso vê-la de perto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Qual o porquê de estar comigo então se para você não passo de uma estranha? Qual o porquê de estar aqui em teu quarto, sentada em sua cama se não passo de uma estranha?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Como te responder o acaso? Você busca uma resposta que não está em mim, mas está no acontecimento. Depende de mim o desejo de sentir-se livre? Gostar-me-ia que fosse, gostar-me-ia de ser o desconhecido que almeja a liberdade no futuro. Uma utopia capaz de assemelhar-se a vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Que utopia seria esta que se encontra deitada em uma cama aconchegante como esta? Onde estará o desejo de vivê-la? Se em mim não está por onde andará a sua liberdade?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Meu mestre Sebastião me ensinou sobre a utopia, a dialogar com a utopia, ensinou-me sobre o desvelamento da sutil camada que separa a razão do instinto; não porque de separar a razão do instinto. Não há porque de negar o medo. Não porque de negar o próprio medo que se demonstra da vida. Viver está no próprio medo também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Parece um idiota falando. Foi com você que espantei-me ao encontrar falando sobre política? Falando sobre o medo do individuo que está preso às forças da natureza da política? Falando sobre a necessidade de superar o medo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Sim. Falei...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Então por onde andará agora a sua vontade de sentir-se livre? Seu mestre ensinou a superá-lo? A superar o medo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Mais que merda, Clarice. Você sabe muito bem que meu medo é você. A sua liberdade que não posso negar. Sei muito bem que dorme com outros, que está para o mundo o seu desejo enquanto vida.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; E por que eu não teria medo de você? Das outras com quem dorme? Das fanfarrices que fez com aquela meçalina, a Carol? Deita-se com aquela escrota e ainda faz com que Abidoral escreva textos, publique.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Por que estamos brigando? Não foi isso que você queria?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Disse que queria te conhecer, mas sem se prender a você.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Aonde você vai?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Não pretendo ser uma estranha, e nem penetrar em seu mundo. À sua liberdade antes está a minha. Para onde então irá se encontrar dois desconhecidos? Não estou aqui a representar, mas a criar relações.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...):&lt;/strong&gt; Mas esta é a nossa tragédia, encontrar-se e desencontrar-se Clarice.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clarice:&lt;/strong&gt; Encontre-me então. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116370874578314628?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116370874578314628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116370874578314628&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116370874578314628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116370874578314628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/uma-frieira-que-nasce-dos-prantos.html' title='&quot;Uma frieira que nasce dos prantos, a angústia nasce dos pés.&quot;'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116355527062474641</id><published>2006-11-14T19:21:00.000-05:00</published><updated>2006-11-16T14:39:04.686-05:00</updated><title type='text'>Frotteurismo?!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Depois de muito tempo lembrei que não havia descrito a essência do signo frotteurismo, talvez não houvesse escrito pois saberia que suscitasse de uma sintomatologia grotesca, escarrante, de um pigarro que cospe sangue em sua tosse. De certo que não, nada faz delirar tanto que uma libertinagem pueril, até quase que incompreensível em sua promulgação da verbalização de um outro signo tão quanto importante ao signo frotteurismo; o arrochar - este seria tão similar que impossibilitaria uma não-definição do signo frotteurismo, mas convenhamos, queria eu que associações nada convencionais se denotassem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente tenho percebido que o arrochar é temido, principalmente, porque além das leis dos bons modos, temos espaços definidos para subjugar as diferenças, que nem são tão assim diferenças. O arrochar é caótico, pois lida com uma libertinagem pueril que invalida a defesa dos bons costumes, de uma moralidade das diferenças, de maneira que, ele comporta, e/ou transporta, uma animalidade que subverte qualquer sociabilidade a priori através do instinto. Pois bem, o arrochar é bem visto pelas pessoas mas, de certa forma, compreendem que para a razão o corpo nu deve ser coberto por peles que sustentem as adversidades dadas as próprias sociabilizações. Pior, o arrochar é desejado só que reprimido. Contudo, não elevo o arrochar a uma causalidade efetiva, o arrochar compreende no despertar libidinoso de uma gatinha manhosa, de uma Marisol Ribeiro de uma revista, ou os beijos inocentes de uma amiga vizinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrochar é ação. Não interpreto o arrochar como uma cultura bestializada pelos letrados acadêmicos, arrochar nada mais é que ação. Não é música, não é uma escrita, nem mesmo uma moralidade pervertida. Além do mais, o arrochar é a beleza de uma obsessão, é tal como o arrochar de Chopin no piano, o arrochar de Fellini na imagem, arrochar para o próprio criador não esta na obra, mas sim na ação. Em Caçarola, é onde o arrocha criado toma forma a partir da interpretação da obra, em seu ato incessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a psiquiatria; "O foco parafílico do Frotteurismo envolve tocar e esfregar-se em uma pessoa sem seu consentimento. O comportamento geralmente ocorre em locais com grande concentração de pessoas, dos quais o indivíduo pode escapar mais facilmente de uma detenção (por ex., calçadas movimentadas ou veículos de transporte coletivo). Ele esfrega seus genitais contra as coxas e nádegas ou acaricia com as mãos a genitália ou os seios da vítima. Ao fazê-lo, o indivíduo geralmente fantasia um relacionamento exclusivo e carinhos com a vítima. Entretanto, ele reconhece que, para evitar um possível processo legal, deve escapar à detecção após tocar sua vítima. Geralmente, a parafilia inicia na adolescência. A maior parte dos atos deste transtorno ocorre quando a pessoa está entre os 15 e os 25 anos de idade, após o que se observa um declínio gradual em sua freqüência." Para falar a verdade, a psiquiatria é este proprio foco parafílico que rumina em sua ascensão em virtude de uma ferramenta na indiferenciação. Frotteurismo está acima das relações de um transporte coletivo, isto é típico de um pseudo-intelectual que não sabe o que é o transporte coletivo em paises como o Brasil. Espera um momento, não estou afirmando a patologia criada, de fato que no Brasil a putaria é sinonímico da sua diferenciação ao racionalismo tipicamente ocidental. Ora, o povo indígena andava com suas vergonhas saradinhas a fora antes da chegada do ocidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se bem que, adicionando um elemento figurativo a questão convém relevar a importância que o frotteurismo tem em nada mais que demonstrar a sua verdadeira pele, suas vergonhas, seus medos, suas virtudes, seus desejos. Por quê? Creio eu que esta questão sempre retorna ao mesmo, o homem em sua própria natureza sensitiva. Logo, a máxima "Toma... Lapada na rachada eu quero ver você tomar" não pode ser compreendida de forma que suscite a uma castração, como o filosofo Frota também expõe; "Fode porra. Fode caralho".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116355527062474641?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116355527062474641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116355527062474641&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116355527062474641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116355527062474641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/frotteurismo_14.html' title='Frotteurismo?!'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116346560706365717</id><published>2006-11-13T19:53:00.000-05:00</published><updated>2006-11-13T19:55:14.096-05:00</updated><title type='text'>Frotteurismo</title><content type='html'>CHEGA DE FLAMENGO.. VAMOS LER ALGO MAIS PROVEITOSO E SADIO...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Salve o tricolor paulista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Amado clube brasileiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Tu és forte, tu és grande &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Dentre os grandes és o primeiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh tricolorClube bem amado&lt;br /&gt;As tuas glórias&lt;br /&gt;Vêm do passado&lt;br /&gt;São teus guias brasileiros&lt;br /&gt;Que te amam ternamente&lt;br /&gt;De São Paulo tens o nome&lt;br /&gt;Que ostentas dignamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Oh tricolor...&lt;br /&gt;São Paulo clube querido&lt;br /&gt;Tu tens o nosso amor&lt;br /&gt;Teu nome e tuas glórias&lt;br /&gt;Têm honra e resplendor&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Oh tricolor...Tuas cores gloriosas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Despertam&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#333333;"&gt;amor febril&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Pela terra Bandeirante:H&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;onra e Glória do Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Oh tricolor...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGORA SIM ALGO QUE FINALMENTE EXPRESSA ALGO COERENTE NESSE BLOG...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116346560706365717?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116346560706365717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116346560706365717&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116346560706365717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116346560706365717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/frotteurismo.html' title='Frotteurismo'/><author><name>Subbornad</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09759604011733539794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116329376925203565</id><published>2006-11-11T19:54:00.000-05:00</published><updated>2006-11-11T20:30:22.820-05:00</updated><title type='text'>POR QUE O FRANGO ATRAVESSOU A ESTRADA ??</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/621/1806/1600/frango_corte.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/621/1806/320/frango_corte.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTAS:&lt;br /&gt;PROFESSORA PRIMÁRIA&gt;&gt;Porque o frango queria chegar ao outro lado da estrada.&lt;br /&gt;CRIANÇA&gt;&gt;Porque sim.&lt;br /&gt;PLATÃO&gt;&gt;Porque buscava alcançar o Bem.&lt;br /&gt;ARISTÓTELES&gt;&gt;É da natureza do frango cruzar a estrada.&lt;br /&gt;MARX&gt;&gt;O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de frangos, capazes de cruzar a estrada.&lt;br /&gt;MARTIN LUTHER KING&gt;&gt;Eu tive um sonho. Vi um mundo no qual todos os frangos serão livres para cruzar a estrada sem que sejam questionados seus motivos&lt;br /&gt;FREUD&gt;&gt;A preocupação com o fato de o frango ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança sexual.&lt;br /&gt;DARWIN&gt;&gt;Ao longo de grandes períodos de tempo, os frangos têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.&lt;br /&gt;EINSTEIN&gt;&gt;Se o frango cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob o frango, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.&lt;br /&gt;MACONHEIRO&gt;&gt;Foi uma viagem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HELOISA HELENA&gt;&gt;A culpa é das elites estelionatárias, caucasianas e aristocráticas que usurpam a população de frangos e mostra a sua capacidade de luta em defesa dos seus direitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEVERINO CAVALCANTI&gt;&gt;Desafio alguém que possa provar que o frango atravessou a estrada... É mentira... É tudo mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ZECA PAGODINHO&gt;&gt;Porque do outro lado da rua tinha uma Brahma gelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMIR KLINK&gt;&gt;Para ir aonde nenhum frango jamais esteve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NELSON RODRIGUES&gt;&gt;Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FEMINISTAS&gt;&gt;Para humilhar a franga, num gesto exibicionista, tipicamente machista,tentando, além disso, convencê-la de que, enquanto franga, jamais terá habilidade suficiente para cruzar a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DATENA&gt;&gt;É uma pouca vergonha... Uma Barbaridade... Põe no ar... Põe no ar aí as imagens do frango atravessando a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERNANDO HENRIQUE CARDOSO&gt;&gt;Por que ele atravessou a estrada, não vem ao caso. O importante é que, com o Plano Real, o povo está comendo mais frango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO MALUF&gt;&gt;O meu governo foi o que construiu mais passarelas para frangos. Quando for eleito novamente vou construir galinheiros deste lado para o frango não ter mais que atravessar a estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAETANO VELOSO&gt;&gt;O frango é amaro, é lindo, uma coisa assim amara. Ele atravessou, atravessa e atravessará a estrada porque Narciso, filho de D.Canô, quisera comê-lo...ou não!&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc99;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E PARA FINALIZAR...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA&gt;&gt;Porque queria se juntar aos outros mamíferos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116329376925203565?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116329376925203565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116329376925203565&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116329376925203565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116329376925203565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/por-que-o-frango-atravessou-estrada.html' title='POR QUE O FRANGO ATRAVESSOU A ESTRADA ??'/><author><name>zllatanov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14557590049103199801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116311556343073730</id><published>2006-11-09T18:13:00.000-05:00</published><updated>2006-11-11T21:05:48.840-05:00</updated><title type='text'>Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong. #3</title><content type='html'>Leitor - O que você entende deste blog?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - Pois bem, acho que foi uma forma única de mostramos nossas unhas coloridas e nossos retratos em preto-e-branco com a vontade de ganhar umas meninnhas com uns textinhos meia boca, além de tabela tirar uma com os pseudo-marxistas, pseudo-esquerditas, os pseudo a quatro....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Qual a identidade política a ser tomada neste blog?&lt;br /&gt;zllatanov - Não há um consenso em nada aqui, afinal de contas, isso nada mais é que uma mesa de buteco de quinta de uma perfiferia qualquer virtual...mas por pura sugestão, vejo no horizonte um ar a favor do tolitarismo clássico repressor, negador de si mesmo, saca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - é por ai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Então o blog não passaria de um viés qualquer de mero narcisismo, sem realmente algo relevante a essa geração que vocês mesmos condenam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - não posso responder pelos outros contribuidores, creio que cada um deve ter sua motivação legítima de expor alguma coisa seja ela qual for aqui. A minha, é intimamente narcista. Representação da vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - E...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - E que só comecei a escrever estas merdas como forma de pretensão da minha vontade idealizada. Precisava me mostrar de alguma forma, simbolizar minha existência para uma menininha urbana que me cegou. Não haveria como postar uma foto por dia das minhas unhas e /ou dos meus amiguinhos em uma moldura simples nesses fotologs.com, pertencer a uma "rede social"; e aí veio o convite para os blogs divagadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - E por fim, o senhor conseguiu o coito idealizado?ao menos um feedback?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - &lt;strong&gt;ninguém mais lê nesse mundo. ninguém mais é do IRA. ninguém.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor  -  The dream is over...!(risos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov -  Só nos resta a entrega a devassidão, como nos propõe adboral...ou continuaremos a contemplar uns aos outros vomitando individualismo, frieza, apatia e todas essas porras que nos contaminam e nos retardam. E assim encerro minha participação neste, uma vez já explicado o sucumbir da minha única razão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Obrigado pela entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;zllatanov - Agradeço e parabenizo por esta série que vem fazendo aqui embora saiba que ninguém vai comentar essa merda, se quer ler. Maldito seja o frotteurismo e seus agonizantes!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116311556343073730?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116311556343073730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116311556343073730&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116311556343073730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116311556343073730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/mtodo-jornalstico-de-entrevista-ping.html' title='Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong. #3'/><author><name>zllatanov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14557590049103199801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116311325931622875</id><published>2006-11-09T17:47:00.000-05:00</published><updated>2006-11-09T18:00:59.333-05:00</updated><title type='text'>Da naturas possibilitis de poetics</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/621/1806/1600/obina.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/621/1806/320/obina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Meu silêncio nesse blog fez-se necessário após esta contribuição a que segue o link.&lt;br /&gt;De fato, após disso, ficou dificil e mediocre escrever qualquer coisa. Dedico-me agora apenas a contemplação de &lt;span style="color:#000000;"&gt;Etobina&lt;/span&gt; e sua jornada literária.&lt;br /&gt;Abraços!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.obina.com.br/noticias.htm"&gt;http://www.obina.com.br/noticias.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.obina.com.br/noticias.htm"&gt;http://www.obina.com.br/noticias.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.obina.com.br/noticias.htm"&gt;http://www.obina.com.br/noticias.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116311325931622875?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116311325931622875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116311325931622875&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116311325931622875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116311325931622875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/da-naturas-possibilitis-de-poetics.html' title='Da naturas possibilitis de poetics'/><author><name>zllatanov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14557590049103199801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116286314511599262</id><published>2006-11-06T20:32:00.000-05:00</published><updated>2006-11-06T20:32:25.186-05:00</updated><title type='text'>A volta dos que não foram (?!?!)</title><content type='html'>Relatos de um Subbornad cansado de devassidades e buscando tornar esse blog mais monótono com textos pseudo-intelectualizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://frotteurismo.blogspot.com/"&gt;Exatamente 1h da manhã. Acabo de ter uma conversa desgastante. Bom, um diálogo moderno: pela internet. Afinal, quase todas as conversas que conseguimos ter ultimamente são por lá. Mas a questão que venho abordar não é nada relacionado aos locais e diferentes tipos de conversas. É algo que envolve uma tal frieza. A conversa foi quase toda baseada nisso. Em certos instantes, minha companheira de madrugada – tão perto que eu podia entendê-la, mas tão longe para olha-la nos olhos ( Ó Fantasia pueril! ) - me remetia aquela imagem de que brasileiro é caloroso, brasileiro age de maneira harmoniosa, é receptível e tal... (Para muitos uma pura baboseira e valores que pouco interferem na conduta cultural de um povo).&lt;br /&gt; A minha amiga de longos diálogos tornava a me questionar à respeito dessa falta de calor humano que tomava conta do meu “Eu” desde a noite anterior )Isso só conseguia me cansar mais do que a conversa a respeito da personalidade cultural do brasileiro.) Tentava explicar que nem todos são calorosos e afetivos como ela. E no mesmo instante em que dizia isso, ela refutava. Essa ação me deixava mais frio ainda. Como hoje em dia uma pessoa acredita que todos devem ser receptivos, calorosos e esses outros sentimentos inventados por um romantismo chulo que já perdeu o seu viés? Não consigo entender.&lt;br /&gt;Para mim, calor é o que se sente quando o sol está batendo na testa. E frio... frio... Bom, frio é algo que não se sente por essas bandas. Afinal moro em um país tropical – deixa essa história pra lá porque eu não sou Flamengo. Então como eu posso ser caloroso se a noite, momento em que me recluso para escrever relatos de um Subornado, não permite o calor do sol? E como eu posso ser frio, se nem isso eu sei o que é?&lt;br /&gt;Bom amigos, talvez eu tenha perdido a capacidade de sentir e, tendendo para aquele romantismo chulo e obsoleto: quem deixa de sentir, deixa de viver.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AVISO: ESSE POST NÃO REMETE A ATUAL CONJECTURA POLITICO-ECONOMICA E SOCIO-EMOCIONAL DO AUTOR DO TEXTO. HEHEHE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116286314511599262?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116286314511599262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116286314511599262&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116286314511599262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116286314511599262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/11/volta-dos-que-no-foram.html' title='A volta dos que não foram (?!?!)'/><author><name>Subbornad</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09759604011733539794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116187238926968000</id><published>2006-10-26T09:12:00.000-05:00</published><updated>2006-10-26T09:19:49.283-05:00</updated><title type='text'>Ahistória da liberdade latino-americana.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como se pudesse se refugiar no colo daquela que um dia guardou a si pra um mundo inesgotado de desejos fez-se acreditar naquilo que nunca poderia desvendar. Mas, de fato, se reprimir seria uma desavença a agonia que acarretava aquela nostálgica azia, gastrite de caluniar a vida com um sentimento próspero otimista. E assim, carregando o fardo umbilical sentimentalista recalcava o pessimismo para desta forma socorrer aqueles que cercavam de voluntariosas forças que enchiam o peito, que enchiam o busto e fazia o coração disparar de cansaço aquele sorriso amarelado simplesmente porque o descaso lhe tornaria a vida insuportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele velho que sustenta hierarquicamente o laço sanguíneo já não tem mais, ao menos, a memória pra conservar o respeito aos seus descendentes, já não mais lembra o nome de seu predecessor pois está perdido em uma árvore genealógica temporal que zomba de suas ostentações presentes. Este devir humilha a suposta pretensão em perpetuar a gênese tradicional. A sua identidade resume-se a ser amedrontizado pelos latidos dos cães que protege a sua casa, e a lastimável ofensa que eles preservam em vida a seu infortúnio "Há de alimentar essas criaturas..." "Há de limpar a merda que eles lançam em meu jardim...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao olhar simpático de suas inquietudes remete-se a figura sórdida de uma estrutura que em desdém faz-se por possível torná-lo menos insignificante, torná-los menos insignificantes a uma suposta desavença com aqueles que lhe bofeteiam de remédios contra diabetes, osteoporose, e diversas outras doenças que estende a sua agonia. Um humanismo que certamente proporciona ao mesmo olhar simpático o medo de morrer, o medo de ser socorrido pelo afago ingênuo e niilista. Como é possível suportar tanta dor? Talvez seja a dor que assim o libertará para a morte. Como já o libertou em diversas outras ocasiões quando sangrou ao dar parto aos filhos, quando sangrou ao ver a morte deitar em sua cama. Essa é a sorte cíclica que proporciona o feto que nasce na barriga daqueles que desejam tanto a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anseio pela veracidade de fatos consome aqueles que negam que a realidade esta atrelada a proposição subjetiva, institui o fardo de nutrir-se com especulações mentirosas da historia simplesmente para acarretar significantes em que possa acreditar. Este ser está descentralizado, jogado a sarjeta, jogado a murmúrios de sua solidão, pois um dia acreditou que existiam ligações entre os seres que amou. Pois não há. Nunca existiram ligações afetivas que concordassem com suas memórias, estava em um emaranhamento de cores de um brinquedo que nunca conseguiu acertar as formas certas; o Cubo Mágico. Nós latino-americanos não precisamos de emaranhamento de cores para tencionar a vida, não temos tempo para tanto. Nunca houve tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116187238926968000?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116187238926968000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116187238926968000&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116187238926968000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116187238926968000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/10/ahistria-da-liberdade-latino-americana.html' title='Ahistória da liberdade latino-americana.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116178779506967497</id><published>2006-10-25T09:45:00.000-05:00</published><updated>2006-10-25T09:49:55.083-05:00</updated><title type='text'>O meu contato</title><content type='html'>contato com o abidoral (só para quem gosta das vivencias do abidoral - e quem não gosta também!!)&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:abidoral@katatudo.com.br"&gt;abidoral@katatudo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;agora é so contactar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116178779506967497?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116178779506967497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116178779506967497&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116178779506967497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116178779506967497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/10/o-meu-contato.html' title='O meu contato'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116155117087575492</id><published>2006-10-22T16:01:00.000-05:00</published><updated>2006-10-22T16:06:10.886-05:00</updated><title type='text'>Um conto improfícuo</title><content type='html'>Latente eram suas lágrimas, explícito era o seu desencantamento com o mundo. E este derramava-se em graça diante os olhos daquela mulher tão madura em seus quase 17 anos ao passo que aquela graciosidade era a tempestade que embaçava a janela da prisão no décimo primeiro andar no ponto mais nobre da cidade. Dali não poderia ouvir mais as sirenes tão surdas por atenção, visualizava apenas os faróis que figuravam como sentinelas ao horizonte tão cinza, tão cinza era aquele entardecer dominical.&lt;br /&gt;A solidão de Aracaju a escolhera ao acaso para acompanha-la e não havia porquê, outrora não lhe faltavam pessoas dispostas a proferir seus ímprobos cumprimentos informais característicos desses jovens, dessas redes sociais. Observou o computador ainda debruçada à janela , algo ou alguém clamava atenção. Em vão. Voltou-se à solidão dos 19 graus e rajadas de vento ao sul, que ao cobrir com cinza todos aqueles prédios ao redor, tornava a cidade mais justa também.&lt;br /&gt;Contemplava ratos escrotos atacando de forma voraz garagens, lixeiras e maltrapilhos estendidos em sua calçada, dividindo entre eles cada ínfimo fragmento de dignidade que a sociedade o reservava. Filhos de Deus, Pecadores da Noite solitária. Pensava no mundo e pensava em nada. A destreza com que retardava cada segundo contemplando uma utópica inércia figurativa em que tudo pudesse ali parar, limitando a real existência terrestre ao vazio intrínseco à impossibilidade de todo aquele instante de caos e chuva, deslumbrava alguém terno e pretenso. Bobagem.&lt;br /&gt;Voltou-se ao aquecimento do recinto, toma o telefone, conversa com uma amiga qualquer futilidade dessas que produzimos por hábito inconsciente tantas vezes ao dia e nos torna tão humanos. Toma o controle, por chance assiste o transcorrer de um filme europeu libertino , lascividade que vem por ondas, a caráter, por sinal. Foram-se 12 minutos e a solidão daquele apê e da cidade cinza deitara em esplêndido na figura das suas roupas entregues ao chão e ao sofá, sua pequena e tênue mão direita houvera não tocado seu âmago, tampouco cobiçado a cópula pretendida em pensamento vil por tantos rapazes, porem cuspia o gozo alcançado após o orgasmo vibrante sucessivo de arrepios e suor, ainda com seus seios rosados de aréola à figura de uma amendoim açucarado de terminal rígidos, adormeceu ainda por passar os créditos do filme, não pode ver a próxima atração.  De certo, era a primeira vez que pode sentir toda a leveza do mundo em seus ombros, em sua alma. Estava estirada ao sofá.&lt;br /&gt;Naty só havia tomado o controle em suas mãos.&lt;br /&gt;Pus-me a refletir sobre isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116155117087575492?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116155117087575492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116155117087575492&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116155117087575492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116155117087575492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/10/um-conto-improfcuo.html' title='Um conto improfícuo'/><author><name>Jacinto Peçanha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11067630694806655401</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116109675856910436</id><published>2006-10-17T07:18:00.000-05:00</published><updated>2006-10-17T09:52:38.663-05:00</updated><title type='text'>Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Leitor - O que você entende deste blog?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albino - Não estou aqui para falar sobre este inseto, o grilo, não caberia a mim descrever as animalidades desta criatura fantástica que aparece e desaparece na natureza, mas que de certa forma faz gozar em suas premissas uma virtude que agrega certas relações que responderá a sua pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira se conduz ao seu saber, que em si, produz duas subdivisões a partir de seu falar; o saber que produz a existência de si e que produz a existência para si. O seu falar promulga a existência de si, dada a relação de um macho e uma fêmea, uma espécie de forma de acasalamento, reprodução através do grilar, e consecutivamente seu falar conduz sua existência a outras espécies. Esta produção de correlações detém uma assertiva que se manifesta a sua existência e a sua morte, um elo natural que introduz uma forma de expressividade contraditória - o aparecer e desaparecer do ser estão diretamente ligados a esta forma especifica de produção, de forma que isto implica seu aparecimento noturno e desaparecimento matutino.  Estas duas subdivisões de seu falar correlacionam diretamente com sua destreza que implica a sua segunda premissa; a sua locomoção modifica dois espaços que se promulgam a partir de seu pulo que se fundem em um movimento dada as forças que o impelem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora penso, o ápice de seu movimento, já que sei de sua existência a partir de seu falar, se concretiza não a partir das diferenças em seus pontos de estar, mas no instante em que se localiza no entre-estar, no se jogar em um pulo que se separa da terra. Não haveria como descrever tal excitação neste não-lugar em que se encontra impelido por forças, este mistério é de certo o fator que impossibilita qualquer crença resumir a sua existência, pois não esta nos pontos, no movimento, nem no seu falar, mas sim em forças internas e externas que colidem resultando em sua aventura natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, diferentemente daquilo que se crê na comparação do homem ao grilo vejo claramente nuances que impossibilitam uma representação do homem-grilo a um ser comunicativo em extensão quantitativa, a um  ser chato, não poderia ser a preocupação, e muito menos um ser que se esconde a partir de sua timidez. Primeiramente pois seu falar estar ligado com sua existência e sua morte mas não necessariamente ligado a seu aparecer e desaparecer, o seu falar é o falar necessário, como uma vontade de poder que promulga tanto um território de vida e tanto um território de morte. Secundariamente sua locomoção estende sua fuga buscando sua excitação ao mudar, aí esta seu ponto máximo diferentemente daquilo que se entende nas comparações ao homem e ao grilo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Homem-grilo seria um ativista político que aparece a partir de suas compreensões de um falar necessário, inteligível em sua forma de conteúdo e expressão a partir de seu aparecimento e desaparecimento social. Não há como existir um homem-grilo do dentro da internet dada ao seu instante de um simples aparecer socialmente, territórios aparecem e aparecem, eles simplesmente não desaparecem ao longo do tempo, logo mantendo um extenso meio de pios que se chocam através de forças desnecessárias. Estas forças por simplesmente pelo vies de um lado, que apenas aparece torna-se desnecessário, veja bem, os grilos aparecem jogando-se a existência que ruminam em ruídos fazendo-os acasalar e que os fazem morrer pelos seus predadores, mas sua locomoção o faz criar fugas para desaparecer  e renovar este ciclo. Onde esta a renovação deste ciclo? Pelo contrario a internet torna-se um meio enciclopédico de identidades, há criticas que se renovam ao caráter da memória que se estende à computação, que renega o fato da existência da memória curta humana, uma memória que se perde dentro da atualidade sem um inicio e fim, a internet é um meio arborescente onde há finalidades concretas; perceba que não há como quebrar esta identidade (território) sem que se crie uma nova identidade, por quê? Porque o caos esta fora da internet, esta na vida, ela apenas faz parte dela como um meio cognitivo apenas. Por isso o saber político se perde em divagações sempre não atuais, que difere do livro por exemplo que se estende no tempo, mas também se perde no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece confuso, principalmente pelo conceito 'real' que a internet promulga em sites de noticias online e de acontecimentos em tempo real, e todas essas outras coisas que supostamente introduzem elementos de realidade, de composição de identidades e formação de identidades a partir de sua interatividade. O Homem-grilo não existirá, mas existirá saberes políticos, uma contradição essencialmente ineficaz a ação, vou fazer aqui uma critica àqueles que permeiam uma utilidade social a esta por meio de falsas pretensões de ações políticas, não há como haver o aparecimento e desaparecimento visto que identidades se sobrepõem sem necessidade natural, transformar a ação inexiste na internet, é um meio de registro da própria ação apenas, o Homem-grilo registra as suas ações, que por sinal podem ainda ser 'verdadeiras' ou 'falsas' (risos).   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Este meio será pra registrar as ações de seus componentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albino - Pois bem, aí que faço uma critica aos próprios integrantes deste blog em que participo, suas próprias formas de percepção do real estão alienadas. Primeiro tresvarios_escrotus que é um cínico, utiliza da falácia para divagar em questões que não estão nem no real e nem nesta virtualidade, criando uma identidade que será para zombar propriamente do conceito da internet sendo o próprio conceito. Segundo zllatanov que será o mais perdido entre todos com seus devaneios de realidade, buscando uma contradição que inexiste na internet, dado que a liberdade só existe no principio em que se promulga a um passado, e passado inexiste na internet, ele sempre se renova preenchendo um campo de identidades, isto é relativo às suas divagações sobre um diário que nunca existirá dentro da internet, fato é que ainda não há uma critica feraz a este conceito de presente continuo e cheio de identidades. Terceiro a pornografia excessiva de Abidoral, a sua pornografia remete a um anseio incoerente de promulgação de ações reais sendo que recaem dentro do campo de possibilidades de uma afirmação verdadeira ou falsa, por isso ainda não há mistificação de seus textos, acredito eu que deverá tornar real estes textos, tomo por base a escrita de um 'Newman Surucupira' que transmite veracidade em seus atos literários, e de forma que justifique também seus desejos de perversão das moralidades. Quarto, os outros integrantes não demonstraram nenhuma relação com este blog de forma que acredito que foi uma ação até a das mais plausíveis. E por ultimo, acredito que seja o mais débil por estar aqui justificando que sou a própria identidade critica do blog, como alguns leitores queriam que fosse (risos).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Qual a identidade política a ser tomada neste blog?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albino - A da democracia ignóbil, todos são livres para falarem as besteiras que quiserem, talvez esta seja a critica mais feroz deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitor - Obrigado pela entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albino - Espero que vocês jornalistas não recortem a entrevista, já que escrevem sobre a verdade de maneira que apenas imperam o discusso da falsa neutralidade, como código para proliferar o senso-comum a um todo. No mais, obrigado a você pela entrevista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116109675856910436?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116109675856910436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116109675856910436&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116109675856910436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116109675856910436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/10/mtodo-jornalstico-de-entrevista-ping.html' title='Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong.'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-116006302005870472</id><published>2006-10-05T10:30:00.000-05:00</published><updated>2006-10-05T10:43:40.076-05:00</updated><title type='text'>Parte do diario de Carol!!</title><content type='html'>Desculpem a demora, mas levantando algumas pesquisas e conversando com minha amiga carol tive acesso a parte de seu diário!! E como ela é uma garota super ligada em sexo eu aproveitei e resumi parte de seu diário(a parte em que tive acesso!) e estou disponibilizando a todos!! claro que com um toque literário do grande Abidoral!! Espero que gostem!! COMENTEM, POR FAVOR!!Olá!&lt;br /&gt;OI, sou a Carol. Sou moreninha natural,Olhos negros.Cabelos pelos ombros e lisos.Seios pequenos,durinhos e empinadinhos,com as auréolas rosadas e os biquinhos salientes.Bunda tambem pequena,arredondada e arrebitadinha.Corpo magro e curvelíneo nos meus 18 anos.64 cm de cintura,89 cm de busto e 98 cm de quadril.Moro em Aracaju(Abidoral sabe onde moro!!).Na casa,somos apenas eu,meu pai e meu irmão.Minha mãe não está entre nós à dois anos. Minha vida sexual teve inicio acho que com 11 anos quando comecei a bater algumas punhetas e chupar alguns paus no colégio para alguns coleguinhas sempre mais velhor que eu,tipo 15 ou 16 anos.Deixava tambem que alguns colocassem seus paus entre minhas pernas e muitas vezes,tarminava de assistir as aulas com porra nas minhas penas das gozadas que levava desses colegas(leia o conto: uma transa casual).Aos 13 anos,não aguentei mais e seduzi meu irmão,que é mais velho que eu alguns anos e perdi minha virginidade para ele.Ainda dou para ele,mas depois que ele tambem tirou minha virginidade no cu aos 14 anos e me encinou a ser puta aos 15 quando trouxe dois amigos dele para me comerem em plena festa do meu aniversário,nunca mais parei de dar para outras pessoas.Não faço distinção de idade,cor ou raça.Basta eu simpatizar com o homem ou homens e se quizerem passarão bons momentos dentro de mim.À uns tres meses atrás,meu pai chegou em casa sem fazer barulho e abriu a porta do meu quanrto.Eu estava de 4 levando o pau do meu irmão no cu na minha cama.Nem eu,nem meu irmão percebemos que a porta se abria e fechava.Depois que gozamos e meu irmão saiu para a faculdade,meu pai entrou no meu quarto me pegando de surpresa e ainda nua.Não vou entrar em detalhes,mas acabei dando para ele tambem.Meu irmão nunca soube até um dia,em que,depois de arrumar um namoradinho,tive a idéia de juntar os tres em uma foda sensacional.Tudo isso que acabei de escrever acima,estão detalhadamente em alguns relatos que encontri no diário de Carol(um resumo).Depois disso,parou de dar para outras pessoas.?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro Trecho do diário&lt;br /&gt;Hoje,25/04/2006,por volta das 02:30 horas,acordei deliciosamente com meu irmão entrando já dentro de mim.Eu durmo nua sempre,estava deitada de bruços e ele me penetrou a buceta por trás.Depois de algumas bombadas dele,eu gozei e ele encheu minha buceta de porra,dei uma chupada no seu pau e ele foi para o quarto dele.Voltei a dormir e acordei cedo.Preparei o café deles e chamei-os para levantarem.Depois de tomarem seus cafés e comerem,meu irmão saiu para o trabalho e meu pai ficou um pouco mais e percebi que ele estva de pau duro por me ver nua logo de manhã.Tirei seu pau para fora,chupei um pouco para lubrificar e me virei de costas para ele que estava sentado em uma cadeira,e fui sentando nele até te-lo todo enterrado no meu cu.Ele começou a bolinar meu clitoris e logo gozamos juntos com ele enchendo meu cu de porra.Ele se recompos e foi tambem para o trabalho.Fui para o banheiro e tomei um delicioso banho.Liguei o micro e fiquei navegando um pouco até dar hora de iniciar o almoço e para minha surpresa,o gaz acabou.Verifiquei o botijáo sobressalente e estava vasio tambem.A solução foi telefonar para a revendedora e pedir para entregar em casa.Quando chegou o gaz,foram dois os entregadores,pedi que instalassem um dos botijões no fogão e ambos entraram em casa.Eu estava vestida apenas com uma sainha curtíssima e um topezinho minusculo a vaporoso,sem nada por baixo.Depois que eles instalaram,fis o que aprendi com meu pai para verificar se não tem vasamentos,coloquei detergente liquido em uma esponja e fiz bastante espuma e me curvei para a frente para passar a esponja na junção das valvula e do bujão,me esquecendo completamente que estava nua por baixo,tão acostumada que estou em ficar nua em casa.Assim que me curvei,minha buceta e meu cu ficaram expostos e ambos arregalaram os olhos.O mais novo não aguentou e me encoxou ali mesmo.Levei um susto na hora,mas ai lembrei que estava nua por baixo e me controlei.Quando senti o volume do seu pau na minha bunda,fiquei molhadinha na hora,Me virei de frente para ele,me abaixei e tirei seu pau para fora e o meti na minha boca.É grande,mas não tem o tamanho do pau do meu irmão.Comecei a chupar e o mais velho,foi se colocar atrás de mim,levantou meu quadril,tirou seu pau tambem e sem aviso algum,enterrou-o na minha buceta.Gozei assim que ele entrou em mim e começou a estocar violentamente.Gozei pela segunda vez e pedi para pararem um pouco e que me esperassem ali mesmo.Fui ao meu quarto e peguei algumas camizinhas e um tubo de lubrificante e voltei para a cozinha onde eles estavam e os trouxe para a sala.Tirei toda a roupa deles e deitei o mais velho no tapete de costas e com o pau para cima,passei um pouco do lubrificante no meu cu.coloquei camizinhas nos dois e fui sentando naquela verga deliciosa até estar sentada nele e com seu pau inteiro no meu cu.Me deitei tambem de costas para ele e abri minhas pernas e pedi para o mais novo:VEM,METE NA MINHA BUCETA,FODE ESSA PUTA,FAZ DE MIM UM RECHEIO PARA DOIS PÃES.Sem esperar segundo convite,ele se posicionou e foi entrando em mim vagarosamente,acho que para judiar de mim que estava afoita pra levar seu pau logo na buceta.Assim que senti os dois dentro de mim,tive uma susseção de orgasmos multiplos que me deixaram largada no meio deles sem conseguir reagir e eles fizeram comigo o que quizeram,meteram vagarozamente,rápido e intercaladamente e antes de eles gozarem resolveram trocar de lugar e o mais novo foi deitar e comer meu cu enquanto o mais velho voltou a meter na minha buceta e davam estocadas deliciosas me fazendo gozar mais algumas vezes. Assim que gozaram,os dois sairam de dentro de mim e ficamos deitados no tapete,sem comseguir-mos dizer palavra alguma,tão ofegantes estava-mos.Depois que recuperei um pouco do meu folego,tirei as camizinhas dos dois,chupei ainda um pouco os seus paus,provocando espasmos neles,seus paus ainda estavam sencíveis.Ambos se vestiram.Paguei pelos botijões de gaz e os convidei para voltarem sempre o que prometeram fazer logo.Precisei ainda descansar um pouco para conseguir começar com o almoço.Espero que quando meu irmão e meu pai chegarem,achem as camizinhas na sala.Quem sabe acontece mais alguma coisa ainda hoje.!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOSTARAM !! COMENTEM!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-116006302005870472?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/116006302005870472/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=116006302005870472&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116006302005870472'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/116006302005870472'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/10/parte-do-diario-de-carol.html' title='Parte do diario de Carol!!'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115836348663934592</id><published>2006-09-15T18:32:00.000-05:00</published><updated>2006-09-15T18:38:06.646-05:00</updated><title type='text'>Minha Cocota...</title><content type='html'>&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 647px; CURSOR: hand; HEIGHT: 569px; TEXT-ALIGN: center" height="319" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4293/3746/320/imagem21.jpg" width="319" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115836348663934592?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115836348663934592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115836348663934592&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115836348663934592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115836348663934592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/minha-cocota.html' title='Minha Cocota...'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115835204336153253</id><published>2006-09-15T15:25:00.002-05:00</published><updated>2006-09-15T15:27:23.366-05:00</updated><title type='text'>MINHA IDÉIA, MINHA OBRA</title><content type='html'>VAMOS DEIXAR UM POUCO DE EROTISMO E FALAR DE CULTURA!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almocei num restaurante que passava nas telas de plasma o show “Kaia na gandaia” de Gilberto Gil. O show é uma homenagem ao reggae de Bob Marley. Gil canta e encanta, dança e ilumina. Uma delícia. Mas... Tinha gente com cara feia na mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Odeio o Gil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gil é ministro. É do PT. Portanto tudo que fizer deve ser execrado. Não interessa sua história como artista, seu valor como poeta, sua capacidade como músico e intérprete... Gil está contaminado. Por uma “ideologia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uso a palavra “ideologia” entre aspas pois não sei se o circo político brasileiro tem algo que se possa chamar ideologia. Interessante essa dificuldade que a gente tem de separar a pessoa da obra da pessoa, não é? Basta que o poeta abra a boca para uma declaração de posição política e pronto. Contamina-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa separação “ideológica” em grupos, tribos, castas, raças, pode ser um indicador da qualidade da inspiração, da obra, da arte das pessoas? Quando fala de saudades o comunista fala melhor que o capitalista? O amor do católico é melhor que o amor do muçulmano? A arquitetura de Oscar Niemeyer é ruim por ele ser comunista? Um músico negro toca pior que um branco? Um verso como "Ai, como essa moça é distraída / Sabe lá se está vestida / Ou se dorme em transparente", de Chico Buarque, ficou ruim depois que ele disse que adora Cuba ou que vai votar em Lula? Pra mim, não. Apesar de discordar do Chico político, continuo tiete do poeta, que é o que realmente me interessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me da carreira de Wilson Simonal, destruída quando ele foi injustamente apontado como “dedo duro” pelas patrulhas que lutavam contra o governo militar. Repentinamente, o carisma, o balanço e a simpatia do ídolo que arrastava multidões, passou a não valer nada. Um rótulo ideológico destruiu o artista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempos atrás tomei minha decisão. Quando o assunto é arte, só tenho reservas quanto a uma “ideologia”: o consumismo. Leia bem: con-su-mis-mo. Quando a arte é absorvida pelo comércio, deixa de ser arte. Morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte está acima da política. Mas precisa da política. No entanto, não consegue contaminar a política. É a política que contamina a arte. E então as pessoas passam a odiar o artista, transformado em objeto político. O coração pede pra amar, mas a consciência manda odiar. Louco isso, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah, mas artistas são personalidades públicas. Têm responsabilidades como formadores de opinião!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também acho. Mas aí o papo é sobre política, não é mais sobre arte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arte é para ser apreciada com os olhos da alma. Poesia vem do coração, da alma, de lugares onde a política não se mete... E quando se mete, é para usar a arte. Não raro, soando falsa. Populista. Você consegue reconhecer isso no riso amarelo do político com a criança miserável no colo, no horário eleitoral? Pois é...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política – ao menos essa que está aí - reduz a complexidade de nossas vidas e o valor de nossos sentimentos a meros instrumentos de troca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu me vacinei. Aprendi a apreciar o que quero e não o que alguém quer. Rótulos, quem dá sou eu. E, na música, só ouço o que gosto. E o que gosto, para mim, é música boa. Com eleição ou sem eleição. Com partido ou sem partido. Com ideologia ou sem ideologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para lidar com arte, minha ideologia é meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou agora botar um CD. Maria Bethânia, divina, cantando os versos de Caetano “Ainda assim acredito / Ser possível reunirmo-nos / Tempo tempo tempo tempo / Num outro nível de vínculo / Tempo tempo tempo tempo”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posso escolher entre mergulhar nos versos e na melodia e me emocionar ou me preocupar em saber em quem Caetano vai votar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adivinhe qual opção eu escolho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115835204336153253?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115835204336153253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115835204336153253&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115835204336153253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115835204336153253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/minha-idia-minha-obra_115835204336153253.html' title='MINHA IDÉIA, MINHA OBRA'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115801565922654632</id><published>2006-09-11T17:59:00.000-05:00</published><updated>2006-09-11T18:00:59.226-05:00</updated><title type='text'>Polyradicion lindenii.</title><content type='html'>Темные формы с контрастами,&lt;br /&gt;почти для вполне белизны,&lt;br /&gt;почти желтовато одного,&lt;br /&gt;точный покрашенный слой,&lt;br /&gt;отравы дух.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Лихорадка оно отражает,&lt;br /&gt;выводя одно которое,&lt;br /&gt;котор нужно вспугнуть,&lt;br /&gt;астматическая дуга,&lt;br /&gt;котор нужно сорвать в части авантюрные к зубам&lt;br /&gt;скрипения оно там для смотреть.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Здесь где она принесено,&lt;br /&gt;рукоятка не касатьется почве,&lt;br /&gt;для того чтобы&lt;br /&gt;вздохнуть обменом корня,&lt;br /&gt;если она теряет в приятельстве время.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Она должна там посмотреть.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115801565922654632?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115801565922654632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115801565922654632&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115801565922654632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115801565922654632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/polyradicion-lindenii_11.html' title='Polyradicion lindenii.'/><author><name>Albino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12276546442367638914</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115757042948336515</id><published>2006-09-06T14:20:00.000-05:00</published><updated>2006-09-06T14:20:34.940-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://frotteurismo.blogspot.com/"&gt;Frotteurismo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é mais uma comovente história envolvendo brasileiros que sonham um dia a(s)cender economicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, um pai deu ao filho dinheiro para pagar as contas de luz e água.Aquele era o último dia para pagá-las, antes do corte. Também era o último dinheiro que o pai tinha naquele mês. O filho, ao passar por uma lotérica, viu uma faixa anunciando um sorteio: "COMPRE UM BILHETE E CONCORRA A DOIS CARROS".O menino pensou: "Puxa, eu poderia ganhar esses 2 carros para meu pai!"&lt;br /&gt;Então entrou na lotérica, sacou o dinheiro do bolso e comprou um bilhete. Chegou em casa de tardinha, e foi correndo contar o que fez para o pai&lt;br /&gt;O pai quase o matou de tanto bater. Ele sem nada entender, chorando foi dormir.&lt;br /&gt;No outro dia... VOCÊS NÃO VÃO ACREDITAR, logo cedo, veio asurpresa. Tinham 2 carros em frente a humilde casa:Um da ENERGIPE e outro da DESO!!!JÁ VIU POBRE GANHAR ALGUMA COISA?&lt;br /&gt;Paulada no moleque...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115757042948336515?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115757042948336515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115757042948336515&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115757042948336515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115757042948336515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/frotteurismo-essa-mais-uma-comovente.html' title=''/><author><name>Subbornad</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09759604011733539794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115746739835693927</id><published>2006-09-05T07:55:00.000-05:00</published><updated>2006-09-05T09:43:18.520-05:00</updated><title type='text'>Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;A internet modificou o semblante existencial dos homens atualmente, criou um simulacro de realidade onde a abstração ficcional transmite através de dados pessoas incapazes de obter uma promulgação das relações reais entre indivíduos. Esta entrevista concedida a partir de um meio de figuração demonstra o sorriso sarcástico decadente do entrevistado, ele esta alegremente falando de si ora franzindo a testa buscando responder algo que perpasse uma compreensão, ora respondendo macabramente que sua vida se reduz as repetições das sombras da árvore de Jamelão da casa de sua vó.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;O que este blog tem haver com o eterno retorno das sombras deste pé de Jamelão?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; - Não sei ao certo responder o porquê desta relação intrínseca da árvore e blog. Mas talvez seja pela cadeia de rede que existe biologicamente para a compreensão, veja bem, a fotossíntese das plantas remetem sempre a necessidade de sua quantidade de água e oxigênio, é de fato, uma necessidade real vital ao organismo proposto. Mas, é angustiante pensar, ou pelo menos penso eu, que sua vida esteja disposta, selada ao lugar específico em que sua raiz esta plantada. Quando pequeno, pensava se não havia possibilidade de locomoção desta árvore, assim, podendo ser livre para sobreviver através de sua busca interna. Achava incrivelmente estranho a necessidade de me locomover até ela para dar existência a esta árvore, porque ela não pode vir até eu? Claro que sei hoje a inviabilidade biológica disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Mas e a relação existente a partir das sombras?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; - As sombras são o complexo temporal proposto. A brisa que ali passava demonstra a necessidade de se esconder do sol, deste clima de mediterrâneo de frentes frias do sul, assim naquele veraneio as sombras são o refugio perfeito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Então... O tempo em que se refere às sombras e a raiz desta árvore propõe aos blogs sua fixação numa estrutura de  estar presos a um local especifico, dado ao seu enraizamento em seu contexto ficcional e o tempo que transmite a informação?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; - O tempo interno para ser mais claro, caro leitor. Este tempo de se situar num espaço onde convergem elementos ficcionais. As pessoas dentro desta máquina são números, são uma partícula temporal onde a existência se reduz a uma interatividade a partir da intenção da máquina. Logo, só existem relações se existir na máquina o código contextual que abrigará o meio, a intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Mas se os códigos são ficcionais, esta intenção seria válida?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; -  Nunca mais comi Jamelão. É uma fruta realmente muito estranha, não consigo decifrar o gosto desta fruta. Na verdade, ultimamente não tenho decifrado particularmente quase nada. Não consigo rever o tempo além de uma compreensão musical do compasso de quatro por quatro, talvez seja uma limitação óbvia de nossa realidade. Talvez seja por isso que minha lembrança esteja se apagando num complexo de não aceitação da lembrança de um campo harmônico que talvez seja silencioso, com contrapontos dissonanticos. Estou com saudades de tocar, quase não escuto música mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Isto o incomoda na relação que tem com a escrita?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; - A escrita é mera divagação como a música também é. Na verdade, a música torna-se real a partir da lembrança de sua composição delimitada ao grupo, nas pessoas que a fazem construir, esta talvez seja a saudade de compor, no mais, as músicas são iguais a todas com notas, campos harmônicos, dissonância, atonalidade, tempo e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leitor&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Obrigado pela entrevista, foi muito esclarecedora. Outros leitores estarão aqui para entrevistarem os outros componentes do blog.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;T.E.&lt;/strong&gt; - Obrigado a você, leitor. É muito importante que haja essa interação de conteúdos para o engrandecimento do mesmo. É com pessoas como você que nós do blog temos nos empenhado a escrever.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115746739835693927?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115746739835693927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115746739835693927&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115746739835693927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115746739835693927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/mtodo-jornalstico-de-entrevista-ping.html' title='Método jornalístico de entrevista, Ping-Pong.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115745965184093506</id><published>2006-09-05T07:17:00.000-05:00</published><updated>2006-09-05T07:42:37.536-05:00</updated><title type='text'>Paula e Carol: duas amigas se descobrindo</title><content type='html'>Depois de algum tempo, estou eu aqui de volta. Vou relatar o que aconteceu semana passada, algo muito estranho, mas gostoso. Tenho uma amiga que se chama Paula e a nossa ja conhecida amiga Carol.Elas estudam juntas na facu. Carol trabalha a tarde numa creche perto de casa, sempre elas estão juntas( as amigas), já trocaram uns beijos, mas nada de mais, tiveram poucas oportunidades de se verem nuas, mas percebem que ambas sao gostosa,s Carol é moreninha, pele clara, cabelos na altura dos ombros, seios médios empinados e duros, também como Paula usa pircing no umbigo, sua bunda é arrebitada e redondinha, ela do tipo mignonzinho, enfim uma loucura. Durante a aula de segunda feira, começaram a trocar bilhetinhos sobre o dia dos namorados, Carol contando que tinha transado com Abidoral, que tinha adorado, contava todos os detalhes, Paula se excitava, quando deu intervalo, continuaram o papo lá fora. Paula estava perdendo o controle, vendo Carol falar, fazendo caras e bocas sobre sua transa, Paula sugeriu que fossem embora, ela (Carol) aceitou e fomos para a casa de Paula. Chegando lá, ela colocou um dos filmes pornôs do seu irmão, sempre fazía aquilo, deitaram e assistíam ao filme. Como fazia muito frio, o aquecedor estava ligado, tiraram as roupas e ficaram de calcinha e sutiã, entramos debaixo dos cobertores e com o passar do filme, foram chegando mais perto. Até que começou uma cena onde duas mulheres se beijavam, se chupavam, se tocavam... Carol sugeriu que para passar o tempo, poderíamos fazer o mesmo, Paula prontamente aceitou. Deitadas mesmo, se beijaram apaixonadamente, a mão de Paula começou a percorrer o corpo gostosogostoso de carou e levou sua mão até sua xota quente e úmida, começou a se bolinar, tirou sua calcinha e sutiã e comecei um banho de línguaem Carol, que gemia alto, pedia pra Paula fude-la,, ela(Paula) enfiava a língua na buceta cheirosa de Carol(conheço muioto bem é cheirosa mesmo!), lambia, aumentava o ritimo, com um dedo cutucando seu cuzinho e com a outra mão, tocava os seios de Carol...fodelança total. Até que ela gozou... Ficaram ali, se amassando, Paula queria que Carol lhe retribuísse, mas já estava na hora de ela tomar banho e sair para trabalhar... bem acabou a transa assim. foi a Carolzinhaque me contou e estou espondo para vcs&lt;br /&gt;COMENTEM POIS SÓ ASSIM SABEREI SE ESTÃO GOSTANDO OU NÃO!!&lt;br /&gt;BEIJOS A TODOS OS LIETORES E LEITORAS&lt;br /&gt;DO LINDO&lt;br /&gt;ABIDORAL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115745965184093506?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115745965184093506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115745965184093506&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115745965184093506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115745965184093506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/paula-e-carol-duas-amigas-se.html' title='Paula e Carol: duas amigas se descobrindo'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115731473890919497</id><published>2006-09-03T15:06:00.000-05:00</published><updated>2006-09-07T23:07:04.716-05:00</updated><title type='text'>Consternação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A indiferença é algo cético ligado a um cinismo desnorteante que desvincula o mundo de si para justificar a sua existência como algo único? Ou até mesmo se proteger de algo que é tão quanto cínico que você? Ou até mesmo se balbuciar com a destreza de uma situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava sentada comprimida em seus pensamentos longínquos de uma vida que certamente se beirava numa imensidão de um espaço inexistente, na inércia do movimento que se destinava a um lugar específico, a espera do próximo terminal que se propusesse a levar a uma nova jornada, a algo que quebrasse a sua interminável espera pelo inexplicável. Era loira, tinha traços finos, olhos castanhos e vestia roupas que transmitiam o ar de uma jovem de vinte poucos anos que perambulava entre a dúvida de sua pós-adolescência e seu dever de sobrevivência. Certamente, estava ali como todos os dias estivera ali para subitamente lhe acontecer o imprevisto, como se soubesse que naquele dia especifico, de antemão, esperasse minha presença para poder exprimir uma sensação pura a qual não me faria esquecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chorou, chorou e chorou. Um soluço que atravessava sua garganta e lhe fazia tremer de medo. Foi tão instantâneo que não bastou segundos após um rápido telefonema que sucedeu a dar em lágrimas. Era silencioso seu choro, como se não houvesse nada que pudesse lhe trazer a tona que estava a olhos nu dentre todos. Especialmente a mim, que estava ao seu lado, tão atônico quanto ela ao seu misterioso telefonema. Hesitei. Novamente hesitei. Não havia o que falar. Estava perplexo por uma situação atípica decorrer diante dos meus olhos. Sabia que por mais estúpido que fosse um consolo ajudaria a manter o senso de realidade e voltaria a reconhecer a existência de um mundo real que a minutos atrás estava a sua frente. Pensei em perguntar se estava bem, mas soaria tão tolo que obviamente ela responderia que sim principalmente por mais doloroso que seja a sua dor, as pessoas temem despejar sua fragilidade em cima das pessoas, como se estivessem despidas, completamente indefesas e predispostas a serem atacas por leões famintos. Por mais bondoso que poderia me parecer naquela situação eu estaria impedindo-lhe que sua dor silenciosa, mas perceptível, fosse fugaz e que talvez estivesse destruindo a possibilidade de que o terror de sua mente fosse amenizado. Não que estivesse jogando-a a beira do caos mas que de certa forma estaria lhe retirando a possibilidade de escolha. Retirando ou amenizando o inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o inesperado ela se controla a tempo de atender novamente outra chamada repentina. Num movimento mecânico e condicionado pela situação. Atende, suspira e fala. "Estou indo para casa. Vai dar tudo certo". Esta cena se desenha num realismo cinematográfico italiano, beirando o fantástico filme de Vittorio de Sica, Os Ladrões de Bicicleta, quando a terrível realidade lhe alcança (o personagem principal), na última cena do filme, não há nada mais a se fazer além de acreditar em um resoluto que se dará por acaso, como se agarrasse em meio da escuridão a sua vontade de ultrapassar a única coisa que te resta, o medo. Assim, num ato violento sinaliza a parada do ônibus, como se daquela forma fosse parar já em frente a sua casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses segundos que restam, vejo-a em pé, com uma expressão jamais vista antes por mim. Sua beleza havia triplicado - o misto de seu medo, tristeza e decidida a salvar algo que me era desconhecido, a transformara em uma mulher de uma beleza indecifrável. Alegrei-me por não falar, de manter o meu silêncio, de ter visto algo dentro da minha miopia estúpida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115731473890919497?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115731473890919497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115731473890919497&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115731473890919497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115731473890919497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/consternao.html' title='Consternação'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115722708047510978</id><published>2006-09-02T14:51:00.000-05:00</published><updated>2006-09-02T15:02:15.450-05:00</updated><title type='text'>-</title><content type='html'>Enfim a lembrança remota daqueles dias serenos naquela cidade reportou-me ao meu leito de silêncio e sonolência. Eram tempos de árduo esforço nas ciências e havia uma tábua de salvação garantida havia meses, meses ansiosos pelo despejar, como o Tietê o faz em seu fétido itinerário agonizante por desaguar em um oceano qualquer. Haveria apenas uma noite e cedo tomaria o céu, acima de vinte mil pés onde as nuvens não mancham a moldura, para de lá balbuciar uma tênue interjeição de encantamento .&lt;br /&gt;Sua introspecção perder-se-ia no maculado cenário de cinzas dispostas no ar da Cidade: buzina, sirene, polícia,ambulância, fumaça, barulho. O que outrora fulguraria o caos arrebatador fez-se luz, e agora já era possível reconhecer aquele odor impregnado na atmosfera da Cidade, há muito recostado em seu inconsciente.Outra beleza.&lt;br /&gt;No saguão de um aeroporto, entre as idas e vindas dos elevadores, um cordial “Bom dia, seja bem vindo” inflamava naquela bela jovem um resplendor raro na terra de onde tinha vindo, e pôs entre nós dois um terno passar de três segundos e meio , de gentileza para gentileza. Ser testemunha, a 90 km/h como carona em um carro em meio a uma longa avenida de cinco vias sitiada por colinas, morros, hostilidades e humanos, de todo aquele impacto, obrigou-o a ponderar suas concepções humanistas pretensas: Houvera algum ímpeto de perder a lucidez e lançar mão de tudo aquilo ou apenas oscilar momentos, dentro de um padrão de comportamento comum a todos?A si não entregou-o com o ósculo de Judas, seguiu o caminho pela Cidade, em dias nublados, em botequins amigos. Simulacro da felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115722708047510978?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115722708047510978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115722708047510978&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115722708047510978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115722708047510978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/09/blog-post.html' title='-'/><author><name>zllatanov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14557590049103199801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115698714054601471</id><published>2006-08-30T19:31:00.000-05:00</published><updated>2006-08-30T20:19:00.556-05:00</updated><title type='text'>Continho de Fadinhas: inocenzinha infantilzinha</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vezinha um meninho muito bonitinho chamado Joãzinho. Ele vivia num lindinho palacinho douradinho, na florestazinha verdinha que pertencia a um reizinho gordinho e, segundo julgava Joãzinho, muito malvadinho, já que encarcerava uma lindinha filhinha numa das torrezinhas do castelinho.&lt;br /&gt;Joãzinho trabalhava como ajudantezinho na cozinhazinha do palacinho. Era encarregadinho de levar comidinha para a lindinha princesinha encarceradinha  e para os guardinhas que tomavam continha delinha.&lt;br /&gt;Um diazinho, pôde Joãzinho ver a lindinha princesinha encarceradinha e seu coraçãozinho ficou cheinho de amorzinho!Depois daquele diazinho, Joãzinho queria ver a lindinha princesinha todo santinho diazinho, mas os guardinhas do reizinho tinham ordenzinha de não deixar que a princesinha lindinha fosse vistinha...Muito tristinho ficou Joãzinho, andando aqui e acolá na cozinhazinha, de cabecinha baixinha e coraçãozinho partidinho, pisando as sobrinhas de leguminhos que seriam dadas aos pobrezinhos do reininho.&lt;br /&gt;Uma noitinha, Joãzinho estava chorando, sentadinho sobre um montinho de restinhos de alfacinho e repolhinho, rogando aos deusesinhos que lhe fosse permitido ver a lindinha princesinha encarceradinha só mais uma vezinha quando, do meinho daquela putrefaçãzinha, ele viu um vermezinho nojentinho."Vermezinho", disse Joãzinho, "tão bonitinho, eu queria que você fosse uma fadinha pra me ajudar a ver a princesinha lindinha só mais uma vezinha"!O vermezinho se transformou numa radiantezinha fadinha, cuja boquinha desenhava um sorriso safadinho.&lt;br /&gt;"Porque você é bonzinho vou satisfazer um desejinho seuzinho..Cuidadinho com o que pedir!"&lt;br /&gt;Joãzinho era humildezinho, e abaixou a cabecinha. "Eu gostaria de ver a lindinha princesinha encarceradinha só mais uma veizinha!"&lt;br /&gt;"Tem certezinha?"&lt;br /&gt;"Sim, sim!"&lt;br /&gt;"Coloque este pozinho na bebidinha dos guardinhas, eles dormirão e você poderá ver a princesinha uma veziha, mas só mais uma vezinha!"&lt;br /&gt;"Obrigadinho, lindinha fadinha, obrigadinho!"&lt;br /&gt;Pedrinho dançava e pulava de felicidadezinha...Nem notou que, antes de sumir,a fadinha estivera sorrindo...Ele sabia que a fadinha lhe dera pozinho suficiente para apenas uma vezinha, mas ele tinha planinhos...&lt;br /&gt;No outro diazinho, Joãzinho colocou o pozinho no vinhozinho que levaria para os guardinhas. Dessa vezinha, ele não desceu loguinho, como sempre fazia. Esperou escondidinho num nichozinho até ouvir o roncozinho até ouvir o roncozinho dos guardinhas. Pegou as chavinhas para entrar no cubiculozinho da lindinha princezinha encarceradinha.Abriu a portinha e entrou devagarinho...Estava escurinho.Procurou tateando por uma janelinha e a abriu.&lt;br /&gt;A princesinha branquinha, formosinha, loirinha e encarceiradinha estava deitadinha na caminha com a boquinha e as perninhas abertinhas...Nuazinha.Joãzinho deu um gritinho de surpresinha e tirou toda a roupinha. A princesinha deu outro gritinho, de sustinho, e viu Joãzinho. "E os guardinhas?", perguntou a formosinha.&lt;br /&gt;"Estão dormindo, meu amorzinho...Vim livrá-la do sofrimentozinho, vamos viver em liberdadezinha na florestazinha!Vim dar o meu amorzinho!!!"&lt;br /&gt;A lindinha princesinha olhou-lhe a picazinha, durinha, avaliou a situaçãozinha pr dois segundinhos, apanhou um tacã de beisebol e deu com ele na cabecinha de Joãzinho, que morreu. Tratou de acordar os guardinhas, a princesinha lindinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Moral : Não se brinca com diminutivos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Adaptação do conto de G. Malpassant)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115698714054601471?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115698714054601471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115698714054601471&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115698714054601471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115698714054601471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/continho-de-fadinhas-inocenzinha.html' title='Continho de Fadinhas: inocenzinha infantilzinha'/><author><name>Jacinto Peçanha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11067630694806655401</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115687892834768118</id><published>2006-08-29T14:12:00.000-05:00</published><updated>2006-08-29T14:15:28.356-05:00</updated><title type='text'>UMA TRANSA CASUAL</title><content type='html'>Bem me chamo Abidorau. o acontecido foi a 2 anos atrás na faculdade. Certo dia estava no barzinho da facu quando avistei a Carol, loira, 1,70 bunda gigante e peito médio foi quando uma amiga minha q estava com ela veio em minha direção para me convidar para um churrasco, que seria no outro dia, eu aceitei e em um tom irônico perguntei essa maravilha (Carol) vai estar lá e ela dize é claro, então eu falei blz eu vou. No outro dia do churrasco percebi que a Carol estava sozinho e fui puxar papo com ela, e comecei a oferecer cerveja e etc. Um certo tempo depois percebi que ela estava totalmente bêbada, e ofereci uma carona para ela ir para ksa e ela aceitou. No meio do caminho ela queria ir a um banheiro, mas como era muito tarde (05:30 da madruga) e minha ksa estava próximo decidi leva-lá para minha ksa. chegando lá ela foi ao banheiro depois sentou no sofá e dormiu, mas um certo tempo depois ela vomitou na sala de minha ksa, putz fiquei puto e decidi dar um banho nela, liguei o chuveiro e avisei Carol vou t dar banho ok? ela falou ok!!então fui tirando a roupa dela e fui ficando de pau duro pois ao ver aqueles peitos durinhos, aquela bunda maravilhosa e sua bucetinha lisinha meu Deus quase gozei!!! e eu não estava acreditando naquela cena eu no banheiro com uma super gostosa bêbada e pelada sem poder fazer nada pois ela não aguentava ficar nem de pé.depois do banho levei-a para minha cama e ela dormiu. Quando acordei ela estava chupando meu pau e dizendo você é muito legal, não c aproveitou de mim então aqui está sua recompensa!! Aí então ela c levantou tirou a roupa e começou a cavalgar e eu ficando louco de tesão ficamos a manhã toda metendo em todas as posições, quando pensei q já estava bom veio o granfinale!!Ela começou a chupar meu pau novamente, quando o danado ficou duro denovo ela perguntou? já t satisfiz ou quer colocar seu pau em outro lugar eu dei um pulo da cama peguei o Ky mandei ela ficar de quatro, lubrifiquei o seu buraquinho e coloquei até com uma certa violência e bombava forte e não demorou muito acabei gozando e percebendo abocanhou meu pau e não deixou cair uma gota. Depois dessa manhã ficamos juntos por mais um mês e nos separamos, mas até hoje quando bate a vontade ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115687892834768118?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115687892834768118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115687892834768118&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115687892834768118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115687892834768118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/uma-transa-casual.html' title='UMA TRANSA CASUAL'/><author><name>Osmar Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00603972965078413578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115665946599512230</id><published>2006-08-27T00:23:00.000-05:00</published><updated>2006-08-27T01:17:46.090-05:00</updated><title type='text'>Anfibologia.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como delimitar os sentidos? Às duas horas da manhã pergunto-me incessantemente está questão como se destinasse uma resposta para apaziguar a sensação de desconforto a uma insegurança de estar preso a desníveis de sentir. Um desequilíbrio gerado pelo ápice sensitivo dialético, como um meio de oposição catalisando a dúvida onde se situa o fulgaz. É efêmero, como num instante de saber, do poder de dominar a si mesmo diante um outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo caso, acaba, acabou... Situar-se agora seria uma busca feroz a fuga. Queria eu achar a fuga para gerar uma intencionalidade pura, para um agir capacitado de uma verdade a qual não tenho, nunca tive por medo de ser responsável a ela, de prender-me a uma moral da qual seria incapaz de comprometer-me a universalidade da crença em si. Então, onde se apoiar? Ora, a crença no universal faz o agir transformar o empírico, uma priori capaz de mover a pratica em um movimento de ser, de exercitar as teorias, exercitar as suas crenças. Seria um nilismo ao mundo? O mundo existe como um meio múltiplo, de realidades capazes de discernir diversas crenças possíveis comprováveis.  De maneira que não sou justificável, não promulgo uma crença e nem acredito em uma. Um ironico ser, zombando de si mesmo pela sua inutilidade social, e principalmente pela preocupação a sua inutilidade social. Apesar de que "Eu sou inutil" se comprova a uma crença subjetiva empregada, assim, desta maneira coexisto em relação a um padrão moral imposto a etica da individuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há o que esperar, o que fazer diante a conceitualização a assertiva da minha inutilidade a um sistema proposto, ao viés que não ter uma crença destitui a ocupação de um espaço social que permeará a reafirmação em um campo especifico tornando-me a contradição do ser útil. A inutilidade gerada a partir da descrença gerando o ser opositor a categorias de graus de gêneros. Logo, a proposição se confirma na estrutura social um ser que existe pela sua não-adaptação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma a inutilidade caiu-me bem a minha incredulidade. Prefiro a inutilidade em tornar ser útil complacente aos gêneros específicos da máquina estrutural. Com efeito, seria uma merda que federia mais ainda.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115665946599512230?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115665946599512230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115665946599512230&amp;isPopup=true' title='45 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115665946599512230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115665946599512230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/anfibologia.html' title='Anfibologia.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>45</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115665465570938588</id><published>2006-08-26T22:22:00.000-05:00</published><updated>2006-08-30T10:36:28.093-05:00</updated><title type='text'>O perfume de Clarisse.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estava no quarto, as paredes brancas com partes pintadas por uma cor inexplicável empregava ao sono uma sonoridade terna, a minha miopia comprimia o semblante de uma alquimia de combinações de roupas, um cinzeiro, maço de cigarro, livros, alguns CDs ao chão e um 'corpo morto' ao meu lado. Deitado na cama coberto por uma antiga cocha que me aquecia, por um braço leve que se enroscava em mim como se estivesse protegendo-se, refugiando-se de uma luminosidade que atravessava as cortinas se jogando pelos cantos, o semblante hibrido de dois valores adicionados a um espaço de altivez convergia um sintomático anestésico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seus olhos entreabertos transparecia a inocência de um ser que está desarmado, desprovido de qualquer forma de se defender, de certo que não havia do que se defender, não precisava esconder os seios que estavam descobertos, suas vergonhas saradinhas a fora como se o pudor demonstrando o fervor da jovialidade depusesse as diferenças entre os gêneros masculino e feminino. Ali, estava encolhida em seu gozar de cordialidade que rebuscava o instinto animalesco, acariciando fraternalmente o desejo de copular, sutilmente se deliciar com a sensação mutua de consentimento de prazer do bem-estar. Um equilíbrio que flutuava calmamente proporcionando a despretensão de um envolvimento, onde a casualidade reinava para a construção momentânea. Passeei o indicador em seus cabelos escuros levemente deslizando às linhas uniformes de sua face, na rubrozidade de suas bochechas sonolentas regozijava em murmúrios o estado vivo-morto-estátua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza não está nas formas e nas cores, está na nuance da variável infinitesimal onde quadros em seqüência conjugam o movimento das mesmas formas e cores. Assim, esteticamente, comprovando a natureza afirmativa e justificável destes quadros 'eu vejo' você , subjetivamente dentro do meu imaginário, dentro deste pequeno devir recíproco. Neste momento, inclinou os seus olhos escuros diretamente aos meus, e como sempre, isto me desconsertava, Clarisse sabia que a intencionabilidade deste ato estava implicitamente ligado ao medo. Ainda não falou sequer uma palavra pensava, este era um dos passatempos preferidos, e assim, continuou a observar, a me observar, a buscar o fetiche do real e se agarrar nele para satisfazer a sua vontade de preservar na lembrança o estado de espírito. Talvez por isso, levantou-se e buscando aquela luminosidade que se escondia pelos cantos do quarto iluminar-se, para cravar na minha mente aquilo que antes estava escondido por uma colcha. Por alguns segundos fiquei ali a olhar, então através do desejo que pulsionou a ação, me levantei buscando o feixe de luz que coubera a mim. Agora eram dois nus, um em frente ao outro, descobertos de qualquer mascara; olhos nus, pescoços nus, ombros nus, braços nus, peitos nus, barrigas nuas, vergonhas nuas, pernas nuas e pés nus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximou-se de mim buscando através da tonalidade e intensidade provocar sensitivamente a cognição, buscando aproximar-se da vida que antes era contemplação, antes era um corpo inerte na inércia de seu comportamento racional. Hesitei ao meu desejo ao vê-la se aproximar, seus olhos desinibidos afrontavam-me de forma que me dominou. Tornei aquele ursinho em que ela se agarrava em seu sono, onde não poderia fugir para outra dona, não poderia deixá-la pois ela deu a ele o significante de ser um animal de pelúcia. Eu consenti, pois sabia que era fraco o suficiente para suportar o desejo e pelo medo da responsabilidade de tornar-se dominador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perfume, esta essência que te traz ao quarto, onde o sufoca em todos os lugares, esta fragrância cognitiva de algo real estritamente particular àquela necessidade de sentir provocar-lhe o ardor de copular. Fechei os olhos,  apenas imaginei e consenti seu cheiro dominar-me, tornar-me um ser depende a outro apenas pela sensação confortável de estar preso, apesar de que não saberia descrever o seu cheiro, nem ao menos descrevê-la, seria impossível determinar com tanta clareza um cheiro que fosse único e imutável, apenas sei que este cheiro se reduz a algo que não posso perder, uma necessidade absurda de manter o passado, as lembranças, manter a afirmação de que eu existo perante alguém, a um ser que concorda. Assim, o perfume que está na minha frente, que encosta seu corpo ao meu inebriando os pensamentos, este cheiro que arde, que goza de prazer de apreensão ao manipular, transforma-se em  um reduto de cheiros que passeia culminando em um estupro sensitivo, em uma necessidade de furtar cada pedaço deste ar que perpassa a mucosa amarela chegando ao centro olfativo e, desconstruí-lo afim de entender cada odor especifico que transforma em um ser único para si. O cheiro de seus cabelos, de sua face, de seu pescoço, seus braços, de seus seios, de sua barriga, de sua vergonha saradinha, de suas pernas, de seus pés. Então, quase que colando seu corpo ao meu, inebriando sensitivamente antes o tato, minha visão, meu olfato, neste momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clarisse:&lt;br /&gt;Eu preciso ir...&lt;br /&gt;(...) :&lt;br /&gt;Agora?&lt;br /&gt;Clarisse:&lt;br /&gt;(Silenciou e se vestindo).&lt;br /&gt;Já está tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentou-se à cama, nu, com toda aquela carne trêmula, com seus olhos esbugalhados de tristeza ao abandono, com aquele semblante solitário de uma pessoa que desdenha de sua vida, lá fumava seu cigarro como se nada mais houvesse além daquele quarto, daquele seu pequeno universo egocêntrico, esquecendo que há outros quartos no mundo a ir, há o meu quarto para onde devo ir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115665465570938588?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115665465570938588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115665465570938588&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115665465570938588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115665465570938588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/o-perfume-de-clarisse.html' title='O perfume de Clarisse.'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115664259615839429</id><published>2006-08-26T20:25:00.000-05:00</published><updated>2006-08-26T20:36:36.206-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Divagação Para 22 de Maio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incumbi ao silêncio a responsabilidade penosa de suscitar em meus pensamentos sãos algo reprodutível em palavras e linhas, coerente ao menos, haja visto o árido período de hibernação quanto à produção textual a qual me submeti ou submeteram-me. É fato o declínio eminente das minhas reflexões escritas, que se já de antemão pretendiam comprovar a mediocridade da mente humana comum, foram a práxis do símbolo maior do quão pífio e lixoso encontra-se as amostras individuais dessa geração ao meu redor, sete bilhões de pessoas que não têm nada a dizer. É árduo, eu sei, mas devo-tenho-tento prosseguir.Um período relevante na Academia e algumas produções acariciaram por momento minha veia narcisística, pulsada por superficiais elogios e algum auto-convencimento vazio. Encaixotado pela Universidade, iludi-me e pensei em refugiar-me na publicação desses escritos acadêmicos como álibi triunfante e, óbvio, narcisístico. Tropecei perante as areias da minha imbecilidade e algumas páginas não encontram-se mais disponíveis, ponto à próxima tentativa de pedir alguma atenção.Não. Outra nota de exceção ao repúdio por diários egocêntricos ou crítica qualquer à minha rotina falível também não seria pertinente. Conviver diariamente com mentecaptos programados a dizer ‘não’ e reclamantes de suas fétidas vidas prostitutas da ignorância e imbecilidade das quais nunca houvera ímpeto de transgredir  tal, já exausta meu nirvana, agredindo minha tão sonolenta morte inercial, para eles a ausência de ânimo e atividades mecânicas sociais, fisiológicas e emotivas às quais nos impõem.Pus-me a pensar sobre um ensaio acerca da natureza da idealização.Sua possibilidade, sua natura causais, essência e aplicação fenotípica no objeto de estudo, no caso, meu histórico de ilusões românticas (juro dispor esse clichê em uma outra oportunidade). Todavia, tratar deste que considero minha pretensão racional maior, de forma leviana e pedante, seria no mínimo, um sacrilégio, redução das minhas prévias concepções a um relato de um cara de 19 anos, arrogante e errôneo como o Wittigenstein do Tractatus, superficial tal como os meus prezados diários virtuais difusos em chorume intelectual. De fato, o tempo que previ disponibilizar para o aprofundamento teórico mínimo em Platão, Nietsche , Sartre, Sthendal e Newman Sucupira, fez-se mar de sonolência disperdiçado em companhias lixosas, discorrer o tempo que corrói agressivamente passivamente cada átomo, compositor desses tecidos cancerígenos do meu corpo.Voltei ao princípio então, voltei ao silêncio. E não sei ao certo se há realmente reflexão aqui, pois o esgotamento que se possui quanto a esse mundo, é cólera tácita que perder-se-á no esvair dos segundos que irão orquestrar a noite vindoura. Acordarei de péssimo humor e três dias mais velho é verdade, mas antes do meio-dia um belo par de seios ludibriarão minha vã consciência para o que jamais terei, sedando a forma rarefeita daquilo que não é em minha inconsciência outrora inominável, por assim dizer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115664259615839429?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115664259615839429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115664259615839429&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115664259615839429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115664259615839429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/divagao-para-22-de-maio-incumbi-ao.html' title=''/><author><name>zllatanov</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14557590049103199801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-33356946.post-115655810721337172</id><published>2006-08-25T19:12:00.000-05:00</published><updated>2006-08-25T21:43:00.670-05:00</updated><title type='text'>A BUSCA DA FELICIDADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;"Onde cheira a merda&lt;br /&gt;cheira a ser.&lt;br /&gt;O homem podia muito bem não cagar,&lt;br /&gt;não abrir a bolsa anal&lt;br /&gt;mas preferiu cagar&lt;br /&gt;assim como preferiu viver&lt;br /&gt;em vez de aceitar viver morto. Pois para não fazer cocô&lt;br /&gt;teria que consentir em&lt;br /&gt;não ser,&lt;br /&gt;mas ele não foi capaz de se decidir a perder o ser,&lt;br /&gt;ou seja, a morrer vivo. Existe no ser&lt;br /&gt;algo particularmente tentador para o homem&lt;br /&gt;algo quem vem a ser justamente o cocô."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trecho foi retirado do texto Para acabar com o Julgamento de Deus, de Antonin Artaud, para exemplificar a proposta que este blog se propõe. De fato, falar da escrotice humana criará para os leitores do blog (se houver) uma repudia que deriva de uma questão moral que exerce o pensar, ações a reprimirem a natureza humana. Uma moral que exerce uma ética capaz de julgar a capacidade humana criando padrões de ser, impondo uma visão universal de verdades, de mitos, crenças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser, o homem, o individuo, o cidadão, ou qualquer outro tipo de conceito especifico está a mercê de um cagar que explicita Artaud, está a mercê de uma força que lhe impõe a necessidade de sua natureza. Desta maneira, o ser está ali em duelo consigo mesmo pela sua necessidade natural de sua vontade de se jogar no mundo, de se jogar em suas vontades e verdades contra mundo, de jogar a merda que tem dentro de si. Para Artaud, o ser é esta angústia que está na ação de jogar, de abrir a sua bolsa anal e cagar, esta angustia que amedronta o homem em sua escolha de ser, assim, impõe a si a necessidade de a priori conceituar, dar valor simbólico a suas ações esquecendo de que ele é um ser no mundo. Com efeito, é impossível determinar categoricamente a ação do ser no mundo; ele esta aí, jogado no mundo, em um devir inexplicável para Artaud, principalmente, pela sua rejeição a tudo que centralize, racionalize o homem perdendo sua capacidade criar através do impulso original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autenticidade que supostamente através da alegoria que propõe ao cocô é o foco da natureza humana, este incompulsivo ato que está dentro do ser é a fonte para constituir o espanto que existe na relação do mundo. Ou seja, Artaud propõe que o homem pode ser, pode não-ser, pode ser e não-ser compondo, assim, um sujeito que esta a busca da conceitualização de seu próprio mundo, de uma loucura de se jogar intensamente no mundo, que pouco importa onde metafisicamente se encaixa a sua ação, mas que delimite para si o espanto original da vida de dar o pulo no escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este argumento interpretado a partir da leitura de Antonin Artaud é fundamental para se entender a loucura que se dará neste blog, no se jogar, no dar o pulo no escuro onde a vontade supera a angustia de ser, com efeito, tornando assim o homem em espírito livre para transitar a sua consciência em qualquer saber, conhecer. Ora, de maneira que, destituindo o pensamento moderno vigente até hoje criado a partir do mito de um sistema que transpõe o Deus ao valor simbólico empregado a associação, socialização de redes que se mantém através do capital o ser preso, fisgado a devires impostos a uma ética de sobrevivência, de uma moral que o impossibilita do pensar, do extasiar, de um tecnicismo incapaz de criar algo fora da realidade já determinada. Portanto este blog esta fora de uma noção de percepção de pudor, do medo de se jogar buscando a loucura de cada ser que escrever, de cagar a merda que há dentro de si. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/33356946-115655810721337172?l=frotteurismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frotteurismo.blogspot.com/feeds/115655810721337172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=33356946&amp;postID=115655810721337172&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115655810721337172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/33356946/posts/default/115655810721337172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frotteurismo.blogspot.com/2006/08/busca-da-felicidade.html' title='A BUSCA DA FELICIDADE'/><author><name>tresvarios escrotos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10761884135082649076</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
